Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

02
Mar 12

Artigo publicado no Diário de Notícias da Madeira, 2 de Março de 2012

 

 

 

 

 

O que dizer quando a realidade que nos rodeia é abordada numa revista internacional, através de uma reportagem cujo conteúdo poderá estar destinado a figurar nos anais dos textos que simbolizam a objectividade jornalística, e é depois encontrada num site de impacto mundial reproduzida em PDF’s ilegíveis e de muita má qualidade?

 

O que pensar quando endereçados pelo mais importante motor de busca do mundo para tal site se vê patente uma imagem paupérrima de um dos espaços na NET que mais devia defender as potencialidades de um país para atrair investimento e captar turismo?

 

Como olhar para tal situação sem colocar em causa a postura e comunicação adoptada por uma nação para se posicionar nos mercados internacionais?

 

Podemos deixar de perguntar se há algum fim ou benefício comprovado que determine a escolha e inserção no site de um artigo de tal calibre? Quiçá a obtenção de pontos para o ranking internacional da liberdade de expressão e de imprensa?

 

Será atrevimento vislumbrar uma nova estratégia de comunicação nacional para atrair investimento que segue a fórmula: “não importa que falem mal de nós queremos é que falem?”

 

Porque prefiro a amplitude das questões à soberba do julgamento - cada vez mais patente no mundo mediático que nos enreda -, deixo as conclusões ao arbítrio de cada um e secundarizo a especulação sobre o que motivou o interesse de uma revista internacional no nosso pequeno mundo e subsequentes reproduções internas em várias plataformas de comunicação.

 

Tudo pode não ter sido mais do que um acidente de percurso. Mas como não acredito no acaso: tudo isto é triste e é Portugal!

 

Marco Paulo Freitas

 

publicado por Marco Freitas às 11:57

13
Jun 11

 

Partido VIVA: Visión con Valores

 

(Texto Publicado no Diário de Notícias da Madeira a 2 de Junho)

 

Ainda é tempo de propaganda. Logo, altura dos partidos desbobinarem mensagens para convencerem os eleitores das suas boas intenções. Mas, nesta pequena nota, mais do que falar das traquinices da política, quero aflorar a sua relação com a propaganda.

Para Edward Bernays “a moderna propaganda é um esforço, consciente e persistente, para criar ou moldar acontecimentos para influenciar a relação do público com uma empresa, ideia ou grupo.”

Em Portugal, como se vê pelo estável aumento da abstenção, a propaganda tem sido ineficaz, contribuindo para esse fracasso os conteúdos fáceis, as estratégias anémicas e a atitude dos intervenientes políticos. Bernays diz que para “a propaganda ser boa ou má depende do mérito da causa advogada e da correcção da informação publicada”. A sua ineficácia pode bem resultar do facto de se ter tornado “viciosa e repreensível” e de evidenciar que “os seus autores consciente e  deliberadamente” disseminam o que “sabem ser mentiras”.

Consumimos slogans dos players políticos, verbalizados repetidamente em todas as campanhas, que por falta de correspondência encarnam a forma leviana e encenada como as eleições têm sido desenvolvidas, avaliadas e compreendidas, desde a panaceia democrática ministrada pelo 25 de Abril.

Apontamos o dedo ao baixo nível de participação cívica dos portugueses. Mas, onde estão as soluções para a política vazia que nos é presenteada diariamente e que se perpetua porque encontra um espaço mediático que a valoriza em vez de a confrontar? Dizem uns: há que responsabilizar os líderes políticos! Outros, questionam e alertam para a cumplicidade de quem influencia os fluxos informativos e a opinião pública.

Pessoalmente, acredito que as campanhas, com a ajuda da boa propaganda, podiam ser uma antecâmara para projectar uma nação no exterior. São em alguns países. Não em Portugal.

 

Marco Paulo Freitas

publicado por Marco Freitas às 20:51

01
Jun 11

 

 

Ao longo do mês de Junho os alunos do 1.º ano do Curso de Técnico de Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade da Escola Profissional Atlântico e no âmbito da disciplina de Técnicas e Práticas de Comunicação e Relações Públicas, promovem a iniciativa intitulada 'O Mês da Comunicação'. (Notícia do DN - Madeira)

publicado por Marco Freitas às 14:51

16
Nov 09

 

 

 

A demissão de Leonel Freitas da RTP-M veio despertar o fim de um ciclo no canal público regional?... Começam a vir a público um conjunto de notícias sobre o canal, cujo denominador comum é o movimento de mudança que se começa a assinalar internamente. 

 

Sendo assim, se a RTP-M começa a viver um ciclo de forte mudança, o que se deseja é que seja tratado no seu devido espaço,, no Centro Regional, e não nos meios de comunicação social, permitindo margem de manobra a quem, por razões diversas, olha para o trabalho feito por aqueles profissionais com desdém... 

 

LEIA aqui a notícia do DN-Madeira    

 

publicado por Marco Freitas às 10:08
tags: ,

Janeiro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
12
13
14

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30
31


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
Sobre mim e autores
pesquisar
 
links
blogs SAPO