Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

19
Jun 09
 
 

Mais de metade (51%) dos administradores de Hopsitais Portugueses encaram  a comunicação com os media como um factor estratégico para o bom funcionamento da instituição.

 

Essa preocupação reflecte-se na “disponibilização de porta-vozes para reportagens”, em 71% dos casos, e “envio regular de comunicados de imprensa”, em 67% das unidades de saúde.

 

Entre os temas mais divulgados estão “Investimentos” (44%), “Informação sobre avanços científicos” (33%) e “Resultados Financeiros” (29%).

 

Estas são algumas das principais conclusões reveladas pelo 1.º Estudo Nacional “Comunicação Hospitalar em Portugal”, realizado junto de 90 Hospitais gerais, públicos e privados, de todo o país.

 

Uma iniciativa conjunta da Breathe Health®, divisão de saúde do Grupo Inforpress, e Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), da Universidade Nova de Lisboa.

 

O universo total das instituições inquiridas (100% dos 45 Hospitais) considera “Atenção e Relação com os Doentes” como o mais importante na comunicação hospitalar e 93% investe aí a maior parte do orçamento .

 

Essa preocupação reflecte-se nos suportes de comunicação utilizados: “Telefone” (100%), “Caixas de Sugestões” e “Respostas a Reclamações” (96%), “Folhetos Explicativos” (93%) e “Código de Deveres e Direitos do Doente” (91%).

 

Na dinâmica de comunicação com os pacientes, os enfermeiros são

interlocutores preferenciais (93% dos casos), seguidos de médicos (76%) e administração (60%).

 

Neste aspecto, 44% das instituições dão formação a enfermeiros e médicos sobre como comunicar com os doentes, mas o capítulo das notícias negativas (33%) e crise (18%) parece ficar em segundo plano .

 

O factor motivacional assume um peso fundamental no processo.

 

De facto, 89% dos inquiridos assumem que é necessário alavancar a motivação dos profissionais envolvidos na comunicação hospitalar e, para 82%, é mesmo imperativo uma mudança de mentalidades.

 

Por outro lado, 71% referem a necessidade de formação específica em técnicas de comunicação.

 

Do universo inquirido, 50% atribui importância estratégica às relações com opinião pública.

 

No entanto, o investimento não acompanha a preocupação: apenas 16% dos Hospitais canalizam uma parte significativa dos recursos ao relacionamento com a opinião pública.

 

Relativamente às acções com a comunidade, colaboração com associações locais é a iniciativa mais referenciada (84%), seguida de contactos através do website (69%), participação em campanhas de saúde (58%) e organização de exposições (53%).

publicado por paradiselost às 10:09

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