Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

05
Abr 09

 

Este programa da RTP- Madeira é, para além de qualquer dúvida, um dos maiores sucessos do canal... O modelo é feliz mas o leque de jornalistas comentadores escolhido é extremamente interessante, primeiro, porque garante uma diversidade pessoal e intelectual, segundo, porque o espírito do programa e dos presentes atribui à discussão pública outros tons que compensam os ruídos habitualmente produzidos pelos diversos autores da Região, particularmente no plano da política.
 
O último programa, como que inevitavelmente, centrou atenções na situação do Diário de Notícias da Madeira e na restante imprensa regional. Foi um debate interessante, tanto do ponto de vista do conteúdo como do interesse televisivo, mas, como tive oportunidade de sublinhar no telejornal de segunda-feira, foi uma discussão de capelinhas... O jornalista Roquelino Ornelas, a determinada altura tentou recolocar o problema no essencial ao alertar para a necessidade de uma discussão mais profunda sobre a comunicação social regional. Perante tal painel de jornalistas teria sido altamente interessante assistir a uma discussão sobre os caminhos que a comunicação social regional deve tomar... Foi pena que o desafio não tenha colhido o interesse dos presentes.
 
A minha sugestão é que o façam num próximo programa.
publicado por Marco Freitas às 22:47

O provincianismo onde chega: comentadores de notícias a comentar opiniões de quem está por dentro da actualidade
Anónimo a 9 de Abril de 2009 às 19:18

Proviciano? Quem? Dar a cara pelas suas opiniões nada tem de provinciano nem de covarde... É certo que o respeito que tenho pela forma e o conteúdo que cada um usa para se expressar não me permite recusar esse tipo de comentário, que aceito com desportivismo... Aconselho, porém, a quem não saber ler, ou ouvir, a regressar à escola...

Mas, já agora, esclareça-me, quem é que está por dentro da actualidade realmente? Se é que sabe...? E, de caminho, explique-me porque razão é que não posso dar opinião sobre o modelo e conteúdo de um programa televisivo que muito estimo? Claro, sem ser provinciano? Acredito que vivo em liberdade, mesmo para cometer alguns lapsos de pequeno agricultor... E o apelo mantêm-se, para quem quiser, souber e conseguir: está na altura de falar sobre o futuro global do sector na Madeira. Tenham essa coragem....

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