Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

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Mar 09

 

 

 

O Diário de Notícias da Madeira tem reportado as pressões e as agressões físicas de que alguns dos seus jornalistas têm sido alvo.

Todo o tipo de violência gratuita, seja sobre quem for, é, desde logo, condenável. 

Estas notícias despertaram um debate acesso sobre a liberdade de imprensa na Madeira. Um debate que mostra ser mais do mesmo... As mesmas acusações de sempre, as desconfianças do passado trazidas para o presente... Acredito que muito se poderia dizer sobre esta matéria, sobre as práticas mais ou menos livres do jornalismo reginal e, enfim, sobre o relacionamento dos media e dos seus profissionais com o poder ou poderes regionais. 

 

Para já fica uma sugestão de consulta ao site dos Repórteres sem Fronteiras, onde a violência sobre a comunicação social está bem expressa: www.rsf.org

 

 

publicado por Marco Freitas às 11:35

Foi propositada... É preciso provocar consciências... Mexer com um sector que corre o risco de estagnar... E, já agora, gosto não se discutem... Mais, ler com atenção é importante: antes da interrogação está uma exclamação...

Falando da interrogação, qual é a resposta do senhor anónimo? A liberdade de imprensa mede-se só pelos ataques aos jornalistas? Ou também pela atitude da imprensa em geral, pelo cumprimento dos seus objectivos como pêndulos e equilíbrio das tendências dos vários poderes? Ah!, já agora, quem protege os consumidores da informação? Entre muitos outros, Ignacio Ramonet fala dessa necessidade? Porque será...

Para que não haja dúvidas, uma mera palavra de impedimento à livre expressão, um carro a bloquear a strada ou uma pedra atirada, são tudo formas de atentados à imprensa se o fito for evitar o registo de informações úteis à comunidade e ao seu bem-estar... Dificilmente, alguém pode dizer e provar o contrário... Mas a questão tem outros contornos que não se devem ignorar.. Ou deve-se?



Marco Freitas a 26 de Março de 2009 às 10:26

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