Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

07
Jun 05
Breve comentário sobre a comunicação social regional

Dizem alguns especialistas que o sector da comunicação social na Madeira vive um período atribulado. A transformação de um diário em semanário, aumentando a concorrência a este nível, as referências a despedimentos de jornalistas, a mudança de jornalistas de um jornal para outro, a precaridade verificada em algumas rádios regionais, a contínua incerteza sobre o futuro da RTP e da RDP são algumas das questões que preocupam os profissionais e outras pessoas ligadas ao sector.
A minha dúvida é se existe uma real preocupação? É que desde há muito tempo que se afirma, por vezes com manisfestações mais veementes, que a comunicação social na Madeira é um sector com muitas lacunas. Se assim é porque demora uma solução global sobre o sector? Porque é que numa terra tão pequena, com um número reduzido de meios de comunicação social, particularmente de índole informativa, não é possível encontrar uma solução para os problemas que parecem sobejar de ano para ano, de crise específica em crise específica?
Serão assim tão significativas as diferenças entre os meios de comunicação que impossibilite o encontro de ideias para construir um sector saudável capaz de registar um crescimento sustentado?

O “astrisco”

E sobre a constituição europeia...

Como cidadão não posso admitir que um grupo de “iluminados” decida sobre o meu destino social e económico sem me consultar.
Tem sido assim até agora em todos os assuntos que dizem respeito à construção da União Europeia.
Mas é altura dos políticos e governantes confrontarem as suas opções de longa data. Logo, o referendo é imprescindível.
É-me indiferente a altura da sua realização, desde que seje feito e que exista um debate sério e crítico sobre o assunto.
As confusões dos outros países e os dilemas dos líderes europeus não podem servir de desculpa para o povo português não ser consultado.
É pena que a sua capacidade de demonstrar que pretende este referendo não ultrapassa as indicações de um meros e simples estudos de opinião. Por enquanto...

O “astrisco”
publicado por Marco Freitas às 23:36

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