Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

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Jan 07
Um trabalho de análise denominado “Media industry facing biggest repheaval since Gutemberg” diz que a influencia da digitalização ainda vai demorar a fazer-se sentir na TV e a expulsar a publicidade dos canais. Ainda assim, segundo este estudo da autoria do Deutsche Bank Research
avisa que a indústria televisiva vai a médio prazo mudar o conceito dos blocos tradicionais de publicidade nos intervalos dos programas, num proceso que pode significar o fim irreversível da televisão tal como a conhecemos, já que se encaminha para um modelo personalizado, on-demand, onde não há prime-time. As empresas de televisão começam a adaptar-se à mudança recorrendo a formas alternativas de publicidade como as divisões no ecrã para anúncios em simultâneo, ou ainda, os rodapés, o “brand entertainment” (publicidade integrada em programas”) e o product placement”. Estas mudanças são também aconselhadas pela perda de audiências e de verbas na publicidade
devido ao crescimento da internet.

Até 2010 é esperado um crescimento do mercado publicitário mundial a uma taxa anual de 6,2%. Apesar de se prever um abrandamento, os Estados Unidos continuará a ser o maior mercado publicitário. O mercado da Região da Ásia e Pacífico é aquele que continua a mostrar o crescimento mais rápido, designadamente devido aos impulsos económicos da China e da India.

Em 2006, a RTP, SIC e TVI emitiram 3 mil notícias relacionadas com os meios regionais e locais, um dado que representa 4,9% do total das notícias publicadas.

Um estudo da PricewaterhouseCoopers denominado “Global Entertainment and Media Outlook 2006-2010” revela que em 2007 o sector dos media e do entretenimento em Portugal atingiu os 3 mil milhões de euros.

Os responsáveis de topo das empresas e os quadros superiores do sector financeiro preferem ler o Diário Económico e depois o Público. O terceiro jornal mais requisitado é no caso dos responsáveis das empresas o DN e no caso do sector financeiro o Jornal de Negócios.
publicado por Marco Freitas às 09:29

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