Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

07
Mai 08
A celebração de um dia como o da “Liberdade de Imprensa” deve ir além das discussões habituais sobre os mecanismos utilizados, por estes ou por aqueles, para impedir os jornalistas de exercerem de forma livre a sua missão de informar, com o máximo de objectividade possível, a opinião pública.

Ou seja, este também pode ser um dia muito importante para ponderar sobre todas as formas de censura que rodeiam as acções de cada pessoa como universo individual e relacionável, em cada momento da sua vida diária, tanto no trabalho como nas suas relações sociais, privadas e públicas, através dos mais diversos meios de expressão, com destaque, claro está, para os blogs, os sites…

Falamos obviamente de uma liberdade mais profunda e de práticas antagónicas mais impressivas como o caso da auto-censura.
De facto, haverá liberdade de imprensa se os leitores não aprenderem a discernir informação de propaganda, o que é a liberdade da razão, da análise, da argumentação e de decisão? Enfim, se não souberem o que é a liberdade de questionar?

Num mundo polarizado entre nações ricas e pobres, democratas e ditaduras, evoluídas e atrasadas, talvez tenha chegado a altura de mudar o dia da liberdade de imprensa para o dia da responsabilidade social da imprensa.
É que a comunicação social tem sido o motor social de imensas mudanças. Por isso, é tempo de reconhecer, valorizar e reforçar este poder. Em suma, de utilizá-lo em prol de um bem maior…

Marco Freitas
publicado por Marco Freitas às 11:34

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