Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

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Out 08
Em 2007, Portugal era oitavo. No relatório do índice da Liberdade de Impresa tornado público, esta quarta-feira, pelos Repórteres sem Fronteiras encontra-se em 16º.

O presidente do Sindicato dos Jornalistas, Alfredo Maia, ressalva que não conhece os critérios considerados pelo organismo internacional, mas "espera que tenha pesado a entrada em vigor do Estatuto do Jornalista, que é lesivo da Liberdade da Imprensa, designadamente, no que respeita à utilização múltipla dos trabalhos dos jornalistas e suas criações". Esta análise considera 12 meses, contados até 1 de Setembro de 2008.

Islândia, Noruega e Luxemburgo lideram a lista dos países que apresentam melhores condições de trabalho para os jornalistas. Na cauda da tabela, estão territórios ainda subjugados a regimes ditatoriais como o Turquemenistão (171º), Coreia do Norte (172º) e, por último, a Eritreia (173ª).

À excepção de Moçambique, que desceu 17 lugares, mas melhorou em pontos, e Angola, que piorou nos dois níveis, caindo 25 números, estando em 116ª, o restante Mundo lusófono conseguiu subir no "ranking". Cabo Verde, em 36º, cresceu nove lugares, e Timor Leste (65º), ficou 29 posições acima do relatório de 2007. Guiné-Bissau saltou 26, estando em 81º, e o Brasil (82º)dois patamares.

A RSF explica que nem sempre a prosperidade dita a Liberdade de Imprensa. Depois do 11 de Setembro, e sob a desculpa da segurança, alguns países financeiramente mais fortes deixaram de a garantir como faziam. Por outro lado, países com economia mais fraca parecem estar mais abertos ao direito de se poder discordar dos governos.

Fonte: JN
publicado por Marco Freitas às 09:32

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