Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

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Nov 08
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A Lusa vai lançar duas novas linhas de negócio: a Lusa Áudio e a Lusa Vídeo.Tal como o M&P tinha avançado em Julho, a agência vai começar a disponibilizar, a partir de hoje, os seus conteúdos em áudio e vídeo. “O arranque dos serviços multimédia é na segunda-feira [hoje] em período experimental”, explicou Paulo-Rêgo, director-adjunto da Lusa. Este projecto, segundo o responsável, começou há cerca de três meses com a formação dada a todos os jornalistas para que estejam habilitados a trabalhar em várias plataformas. “O objectivo é ter até ao final do ano 45 câmaras e gravadores digitais” e “ter cerca de 30 sons e 15 a 20 vídeos por dia”, prossegue. Os equipamentos vão estar em todos os distritos do país, países de expressão portuguesa e algumas das mais importantes cidades do Mundo, como Paris, Londres e Nova Iorque. Nas próximas duas semanas, os clientas da Agência Lusa vão receber passwords para ver o serviço gratuitamente mas, no entanto, esta palavra-passe não vai permitir o download dos conteúdos, uma possíbilidade só disponível em Janeiro. Apesar disso, os clientes que quiserem assinar já o serviço poderão utilizar os novos formatos ainda nos meses de Novembro e Dezembro. Paulo Rêgo adiantou também que a Lusa fechou uma parceria de agência noticiosa espanhola EFE de forma a “dar um pouco mais de mundo à Lusa”. A parceria resulta numa troca de conteúdos, que cada agência pode usar e reeditar quando achar relevante. O foco desta aposta é a Internet mas, segundo o director-adjunto, as equipas estão preparadas para produzir conteúdos em alta definição “o que permite a um canal de televisão ver o filme e entrar em contacto connosco, pois podemos disponibilizar o conteúdo num formato de maior qualidade”. Em termos de investimento, o responsável preferiu não adiantar números totais, mas afirma que “o equipamento não é o mais caro do projecto. O significante foram as transformações realizadas dentro das próprias redacções”.

Fonte: M&P
publicado por Marco Freitas às 16:45

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