Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

09
Jan 10

Após mais de seis anos de negociações entre sindicatos de jornalistas e editoras de jornais da Alemanha sobre regras de pagamento a freelancers, as partes chegaram a um acordo que dá a estes profissionais uma remuneração justa condizente com a lei alemã sobre direitos de autor.

De acordo com as novas regras, que deverão entrar em vigor a 1 de Fevereiro, os honorários dos freelancers serão divididos por níveis relacionados com os números de circulação dos jornais e dos diferentes tipos jornalísticos.

 

Apesar dos esforços dispendidos nesse sentido, não foi alcançado qualquer acordo relativo a uma remuneração justa dos fotojornalistas, pelo que as negociações entre sindicatos e associações de editores acerca da matéria prosseguem.

 

publicado por paradiselost às 17:40

05
Jan 10

No cenário de incerteza que vivemos, um determinado livro ou uma notícia, por vezes, tornam-se peças de inspiração,  instrumentos de apoio e de reflexão importante. 

 

Por isso, depois de ter lido o trabalho de John A. Barnes denominado "A Liderança segundo John F. Kennedy - Lições e legado de um presidente", acho que este é um dos livros ideias para ler em 2010. 

 

Mais do que nunca, precisamos de inspiração... Precisamos de líderes e de homens que nos arrastem para os desafios. 

 

Kennedy foi homem, apesar do mito que o rodeia, e, por isso, conheceu o infortúnio e o fracasso. Mas foi também líder e mudou a América...

 

Este é um livro simples e claro. Um livro para todos nós que queremos acreditar em algo mais. Kennedy, ainda hoje, consegue fazer passar essa mensagem. De que, se quisermos, podemos conseguir tudo. 

 

Marco Freitas

 

 

publicado por Marco Freitas às 11:26

04
Jan 10

Conteúdos 'online'  têm de ser rentáveis

O futuro dos jornais sem o recurso à Internet é uma inevitabilidade. A grande dúvida é como rentabilizar esse novo modelo.

 

Encontrar um novo modelo de negócio para a imprensa, que inclua a rentabilização da informação disponibilizada através da Internet, é a grande dor de cabeça dos empresários dos media.

 

E se alguns já se atreveram a dar um primeiro passo, passando a cobrar pelo acesso a conteúdos online, a maioria está ainda a estudar qual a melhor forma de o fazer.

 

Os estudos de mercado realizados durante 2009 por várias entidades não ajudam.

 

De entre sete inquéritos levados a cabo nos mercados considerados mais maduros, a percentagem de utilizadores de Internet que se mostra disponível para pagar pela informação online varia tanto que se torna difícil perceber se uma decisão dessas terá êxito ou não.

 

Por exemplo, um estudo britânico da PCUK/Harris Poll refere que apenas 5% dos inquiridos pagariam por notícias na Internet, enquanto um estudo do Boston Consulting Group aponta uma percentagem de 48%.

 

Para além do pagamento pelo acesso aos conteúdos online, há também quem defenda medidas mais abrangentes como a criação de uma taxa a pagar na factura do serviço de Internet e a distribuir pelos fornecedores.

 

Esta ideia é defendida, por exemplo, por Gustavo Cardoso, presidente do Observatório da Comunicação.

 

Em França, e enquanto os empresários procuram a melhor forma de rentabilizar as plataformas digitais, o executivo de Nicolas Sarkozy decidiu apoiar a imprensa na Internet.

 

Para isso criou uma linha de apoio às empresas de informação na net, num total de 60 milhões de euros disponíveis nos próximos três anos, sendo as verbas atribuídas de acordo com os projectos apresentados.

publicado por paradiselost às 16:25

 Uma lista de ideias para enfrentar a relação dos jornalistas com o mundo da tecnologia. Um contributo para que os jornalista não seja "escravo da tecnologia". 

 

 

 

 

 

publicado por Marco Freitas às 10:23

02
Jan 10

Media: internet é o caminho a seguir para rentabilizar meios

A rentabilização dos meios de comunicação social através do recurso às plataformas online é considerada inevitável pelos vários responsáveis do sector dos media em Portugal.

 

As divergências começam quando se começa a discutir a forma de o fazer.

 

O presidente do Observatório da Comunicação (Obercom), Gustavo Cardoso, sugeriu recentemente a criação de uma taxa a pagar na factura do serviço de Internet e a distribuir pelos fornecedores de conteúdos, como alternativa ao pagamento pelo acesso a conteúdos online.

 

A ideia, avançada pelo responsável em entrevista à Lusa, é semelhante ao que já acontece na factura da electricidade, que inclui a Contribuição para o Audiovisual, uma fonte de receita da RTP.

 

«Não conheço nenhum estudo em Portugal sobre esta questão mas se, na factura da Internet de casa, um euro for destinado a compensações para entidades que produzem os conteúdos, talvez seja mais rentável do que o pagamento directo», defendeu.

 

Jornais começam a querer cobrar conteúdos na Internet

 

No entanto, vários responsáveis do sector dos media mostraram interesse em começar a cobrar brevemente pelo acesso aos conteúdos, avança a Lusa.

 

No início de Dezembro, o presidente da Cofina, Paulo Fernandes, afirmou querer que o seu grupo seja o primeiro a cobrar pelo acesso online a conteúdos em Portugal, defendendo que a posição deve ser assumida em conjunto por todas as empresas do sector.

 

«Os grupos têm de estar unidos e coesos porque se um cobra e o outro não, não funciona», disse na altura o presidente do grupo que detém, entre outros, o «Correio da Manhã», «Jornal de Negócios» e a revista «Sábado».

 

Na Impresa, grupo a que pertencem a revista «Visão» e o semanário «Expresso», entre outros, foi criado em 2009 um grupo de trabalho para estudar o tema, mas até agora nenhuma decisão foi tomada.

 

Recentemente, o director de Planeamento Estratégico do grupo de Pinto Balsemão, José Freire, referiu que no futuro «as receitas de publicidade na Internet não vão chegar» e que «o caminho tem que ser nos conteúdos pagos».

 

Alguns exemplos em Portugal

 

O Expresso já funciona com assinatura. A edição impressa do semanário está acessível online para assinantes, assim como o desportivo «A Bola» e o «Diário Económico».

 

Também o «Público» cobra pelo acesso a alguns conteúdos. Apenas partes da edição impressa estão disponíveis a todos os leitores.

 

Os editoriais, crónicas e artigos de opinião só podem ser consultados por assinantes do jornal do grupo Sonae.

 

Murdoch é pioneiro da teoria

 

O presidente do grupo editorial News Corporation, Rupert Murdoch, é, a nível internacional, o maior defensor da cobrança de acesso aos conteúdos online de jornais.

 

Ao longo do ano, o grupo a que Murdoch preside vai começar a cobrar pelo acesso aos conteúdos dos vários jornais que detém.

 

Além de vários títulos australianos, estão sob a alçada de Rupert Murdoch os britânicos «The Times», «The Sunday Times» e «The Sun», e os norte-americanos «New York Post» e «The Wall Street Journal», entre muitos outros.

 

Rupert Murdoch estima que os leitores deixarão de ler jornais em papel nos próximos 10 a 15 anos, hipótese que leva os responsáveis a ponderarem alternativas.

publicado por paradiselost às 16:25

01
Jan 10

Os grandes diários brasileiros já se adaptaram às novas regras ortográficas, um ano após o início da adopção do Acordo Ortográfico no Brasil, a 01 de Janeiro de 2009.

 

Editoras e meios de comunicação social brasileiros, como agências de notícias, portais na Internet também já adoptam as novas regras.

 

Para a consultora de língua portuguesa do jornal Folha de São Paulo, Thaís Nicoleti, adoptar rapidamente as novas regras ortográficas tornou-se um "valor na sociedade brasileira", nomeadamente entre os media.

 

"Se já estou na nova ortografia é porque estou ligada no que está acontecendo”, disse a consultora, para quem a nova ortografia ainda causa uma certa estranheza aos leitores, sensação que deverá diminuir ao longo do tempo.

 

Escolas e universidades também já adoptam a nova grafia, apesar de poderem escolher.

 

“Os livros didácticos já adaptados às novas regras ortográficas tiveram prioridade no processo de selecção este ano por parte das escolas, mesmo ainda sendo opcional”, disse à Lusa a professora Karina Barreto.

 

Professora de uma escola privada de São Paulo, Karina afirmou que, em geral, os alunos não tiveram grandes problemas de adaptação às novas regras.

 

“Os alunos mais jovens incorporaram as novas regras com facilidade, mas os estudantes mais velhos tiveram um impacto maior por já estarem condicionados à ortografia anterior”, salientou.

 

“Mas, em geral, o processo foi tranquilo, sem problemas de adaptação, até porque as mudanças no Brasil foram muito pequenas”, disse.

 

No Brasil, a nova ortografia foi instituída por um decreto assinado pelo Presidente Lula da Silva, em Setembro de 2008, mas até 2012 as duas regras serão oficialmente aceites.

 

As novas regras ortográficas começaram a ser adoptadas, em carácter voluntário, a 01 de Janeiro deste ano, e serão obrigatórias a partir de 01 de Janeiro de 2012, sendo que os livros didácticos deverão estar totalmente adaptados em 2010.

 

“As mudanças não foram complicadas, o que dificultou um pouco foram as novas regras para o uso do hífen”, disse à Lusa Pedro Baptista, 17 anos, estudante do ensino médio de uma escola privada de São Paulo.

 

Ao longo de 2009, o estudante preparou-se para as provas de ingresso na Universidade de São Paulo (USP), em 2010.

 

Na prova de redacção, o estudante poderá redigir seguindo a antiga ou a nova ortografia, sendo punido caso misture ambas.

 

“Eu vou escolher redigir a redacção com as regras antigas porque tenho mais segurança, prefiro não correr o risco, apesar da mudança ser muito pequena”, afirmou.

 

As principais mudanças ortográficas no Brasil foram a inclusão das letras K, W e Y no alfabeto, o fim do trema, mudanças na acentuação, como o fim do acento em ditongos abertos, e as novas regras para o hífen.

 

As mudanças exigidas pela reforma ortográfica na versão brasileira do português atingem cerca de cinco palavras em cada mil.

 

Em Portugal, as mudanças vão resultar na mudança ortográfica de cerca de 1,5 por cento das palavras, segundo especialistas.

 

Os grandes diários brasileiros já utilizam a ortografia do novo Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp), o registo oficial de cerca de 300.000 palavras, editado em Março pela Academia Brasileira de Letras (ABL).

publicado por paradiselost às 16:34

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