Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

16
Nov 09

O presidente norte-americano, Barack Obama, chegou esta manhã a Pequim, mas antes, em Xangai, apelou à liberdade de expressão, de culto e de informação, inclusive na internet.

 

Na capital económica e financeira, Obama respondeu a uma série de perguntas de alunos universitários afirmando que os direitos humanos "deveriam ser acessíveis a todos, incluindo as minorias étnicas e religiosas, seja nos Estados Unidos, China ou noutro lugar".

 

O presidente dos EUA referiu-se também à vigilância das redes sociais por parte da China, que aliás censura o Facebook e o Twitter. 

 

"Sempre fui um defensor acérrimo da Internet. Sou um defensor feroz da ausência de censura", disse, respondendo a uma pergunta.

 

O "Air Force 1" aterrou na capital chinesa pouco depois das 16:30h (08:30h em Lisboa), onde era aguardado pelo vice-presidente chinês, Xi Jinping.

 

É a primeira visita de Obama à China e a penúltima etapa de um périplo de uma semana pela Ásia Oriental que inclui o Japão, Singapura e Coreia do Sul.

 

As conversações do presidente norte-americano com o homólogo chinês, Hu Jintao, estão marcadas para amanhã, terça-feira.

 

Antes de partir para a Coreia do Sul, quarta-feira, Obama visitará ainda a Grande Muralha da China e a Cidade Proibida, onde viveram os antigos imperadores do país.

publicado por paradiselost às 17:28

Investimento publicitário online deverá subir 7,6% em 2010 na Europa

As previsões são da European Interactive Advertising Association (EIAA) e apontam que no próximo ano o investimento publicitário online, na Europa, deverá crescer 7,6%.
 

Uma subida a ser continuada em 2011, já que a mesma associação prevê que a compra de publicidade no meio online cresça 15% nesse ano.
 

O estudo a IEAA revela que 83% dos marketers europeus aumentaram em 2009 o investimento online e que 94% faz intenções de aumentar ainda mais esse investimento em 2010.

A Associação identifica ainda a crescente popularidade dos sites de vídeo online, junto dos marketers, como uma das razões para esta previsão, adiantando que 33% dos anunciantes inquiridos para este estudo afirmam que vão aumentar o orçamento destinado à publicidade naquele tipo de sites.

“Mobile” também vai continuar a crescer


A publicidade nos telemóveis também deverá registar no próximo ano, e no ano seguinte, uma subida.

 

De acordo com as previsões da IEAA, 86% dos inquiridos acredita que a publicidade nos telemóveis cresceu em 2009, enquanto 97% prevê que o investimento neste meio cresça em 2010.

 

Segundo avança o estudo, uma em cada três empresas (33%) já incluem nas suas estratégias a publicidade em telemóveis.

publicado por paradiselost às 16:44

mega_hits_braga.jpg

A Mega Hits chega a partir de hoje a Braga, avançou ao M&P Nelson Cunha, director da estação do grupo Renascença.

 

A transmissão da rádio musical nesta região decorre de um acordo estabelecido entre o grupo Renascença e a operadora Rádio Televisão do Minho (RTM), passando a Mega Hits a ser transmitida em 92.9 MHz, frequência onde era emitido o Rádio Clube do Minho, uma retransmissão da estação da Media Capital Rádios.

 

“Olhamos para o factor jovem em Braga. São 160 mil jovens entre os 15-24 anos a quem a Mega passa a chegar”, justifica Nelson Cunha.

 

“Crescer” em termos de audiências na zona Norte é um objectivo, embora Nelson Cunha não avance números.

 

No Grande Porto, de acordo com a última vaga do Bareme Rádio, a estação obtém 2,2% de Audiência Acumulada de Véspera.

 

Nelson Cunha não revela valores de investimento, nem a duração do acordo com a RTM.

 

Para o lançamento está previsto, intervenções em directo de Braga na manhã da estação com David Caronha, animador da estação.

publicado por paradiselost às 15:25

Startseite

Os alemães têm à disposição, a partir de hoje, o primeiro jornal diário europeu feito à medida de cada leitor, com uma compilação de notícias escolhidas na Internet e que é impresso e entregue em casa.

 

O jornal, denominado Niiu, custa 1,20 euros e pretende atingir um público jovem, em particular estudantes.

 

Cada leitor cria o seu jornal, através da escolha - em www.niiu.de - de temas que lhe interessam, como a informação nacional, internacional, local, de bolsa ou de meteorologia.

 

As notícias de cada tema são disponibilizadas por mais de 500 parceiros do niiu, entre eles os jornais The New York Times, International Herald ou Bild.

 

Cerca de mil pessoas já subscreveram o niiu, desde 13 de Outubro, segundo disse à Agência France Press uma das jovens alemãs que concebeu o jornal, Wanja Oberhof, de 23 anos.

 

"Isto ultrapassa todas as nossas expectativas, sobretudo porque os interessados não são apenas estudantes", disse.

 

Nos próximos seis meses, Wanja conta atingir a meta dos cinco mil exemplares entregues por dia em Berlim, para depois alargar o conceito a outras cidades alemãs.

publicado por paradiselost às 15:18

Na semana em que o vírus da berlusconização infectou o Estado português e o jornalismo parece a última trincheira da luta pela transparência do sistema democrático e da acção dos seus agentes, merece a pena dizer que o próprio jornalismo só reforça da sua credibilidade se também souber ser transparente perante os cidadãos.

 

Vem isto a propósito de um texto intitulado “Surpresa: uma equipa metade política e metade técnica”, acerca da formação por José Sócrates (J.S.) do actual elenco governativo, assinado pela jornalista Leonete Botelho (L.B.) na pág. 2 da edição do PÚBLICO de 23 de Outubro.

 

O provedor tem por norma não retomar críticas já divulgadas no espaço público, mas abriu uma excepção por achar estimulante para o debate o comentário que nesse mesmo dia Gabriel Silva (G.S.) fez ao artigo de L.B. num post publicado no blogue Blasfémias. “L.B. (…) recorre à técnica dos “recados para alguém”.

 

Para o leitor é que não é (…). “Enganaram-se os comentadores que apostavam que o novo Governo teria um cariz exclusivamente político” – Quais comentadores?

 

“Um executivo que é bem aceite por esse equilíbrio” – Bem aceite por quem? “Alguns socialistas ouvidos pelo PÚBLICO não escondem a estupefacção” – Quem? De que grupo?

 

Escondem nome mas o recado já passou, certo? “Certo é que se trata de um ministério de relevo na hierarquia, mas sem grande exposição pública” – Perdão? Isso quer dizer o quê? “… a escolha de Jorge Lacão é bem acolhida pela experiência que…” – quem acolhe bem?

 

“Mesmo assim, havia quem esperasse ver no cargo alguém…” – Exacto, quem? “… ainda que haja quem critique baixinho a exclusão de socialistas ministeriáveis que dariam mais garantias de sucesso” – Quem? “Baixinho” não, está no artigo principal do jornal.

 

Foi alguém que ficou de fora? Enfim. Recados e mais recados. Não parece ser isso que o consumidor pretende ler ao comprar o jornal.”

 

Não sendo o texto de L.B. encimado pelas palavras “análise” ou “comentário”, presumirá o leitor que se trata de matéria noticiosa.

 

Por isso o provedor solicitou à autora uma explicação face às observações de G.S. A jornalista começa por dizer ter achado o comentário “de uma enorme injustiça, uma vez que a notícia estava construída sobre depoimentos em on, com pessoas devidamente identificadas, e só lateralmente havia aquelas expressões retiradas do texto para construir o post e deturpar totalmente o conteúdo da peça”.

 

L.B. justifica depois o tom do seu artigo: “Como é hábito do PÚBLICO e prática dos jornais de referência, pretendia-se dar pistas de interpretação aos leitores sobre as escolhas feitas pelo primeiro-ministro, (…) que no dia seguinte já seriam conhecidas e já tinham sido escalpelizadas por televisões e rádios (…).

 

Procuraram-se, entre as 18 e as 20 horas (tempo útil desde a divulgação dos nomes dos novos ministros e a dead-line para escrever), politólogos e políticos disponíveis para dar conta da sua apreciação sobre o novo Governo.

 

Focámo-nos sobretudo no PS, por supostamente ser onde se conheciam melhor as pessoas escolhidas, mas também para perceber até que ponto o partido de suporte do Governo se revia nas escolhas.

 

Foi nesse contexto que foram ouvidos e aceitaram ser citados o politólogo André Freire e os socialistas Manuel Alegre e Fonseca Ferreira, (…) assim como Osvaldo Castro e Vitalino Canas, ambos deputados e com cargos de relevo na última legislatura (…).

 

Outros contactos foram feitos mas as pessoas em causa não quiseram ser citadas (…).

 

Estes contactos foram tidos em conta para o tom geral do texto, mas não para o seu enfoque principal nem para fazer citações de quem não quer “dar a cara”.”

 

A jornalista explica então, um a um, os destaques seleccionados por G.S.:

“”Enganaram-se os comentadores”. Todos os que, desde a noite das eleições legislativas, escreveram (…) e falaram (…) sobre a necessidade de o novo governo ser hiperpolítico, no sentido de ser composto quase maioritariamente por quadros políticos preparados para o combate no Parlamento e na sociedade, combate que inevitavelmente espera um governo minoritário.

 

Eram essas as expectativas criadas por analistas, politólogos, jornalistas, cidadãos, enfim, comentadores que – sim – se enganaram.

 

As expectativas foram defraudadas. José Sócrates não correspondeu à análise política generalizada. Não consigo compreender a crítica do autor do post.

 

“Um executivo que é bem aceite por esse equilíbrio.” Basta ler o texto: todos os citados se referem ao equilíbrio entre políticos e técnicos. O mesmo em relação à “escolha de Jorge Lacão [ser] bem acolhida” (…).

 

“Alguns socialistas ouvidos pelo PÚBLICO”; “Havia quem esperasse ver no cargo”; “haja quem critique baixinho”.

 

Aqui de facto as fontes não são citadas. Repare-se: nenhum socialista citado faz críticas em on. Lanço mesmo o desafio de se procurar, para além de Alegre, um outro militante socialista com algum cargo político que tenha feito críticas em on a J.S. nos últimos seis meses, para não ir mais longe.

 

Quer isto dizer que um jornalista deve fingir que não ouve as críticas que são feitas ao líder do PS? Quer isso dizer que um jornalista parlamentar, sobretudo quem acompanha determinado partido, seja ele qual for, deve ignorar todo o ambiente político que sabe existir nesse partido e não dar conta aos seus leitores dessa realidade?

 

Se assim fosse, aí sim, estaria a mentir, porque passaria para os seus leitores a imagem de um partido unânime, onde não há crítica e onde ninguém tem opiniões e ideias diferentes do líder. O que, obviamente, não é verdade.

 

Ora, é precisamente em nome do rigor da informação, em nome da verdade, em nome dos deveres deontológicos do jornalista que a referência a fontes anónimas tem de ser um recurso à disposição desta profissão, depois de esgotadas todas as possibilidades de conseguir depoimentos “assinados”.

 

Um ambiente psicológico como aquele de que se deu conta com aquelas expressões não pode ser aferido ouvindo uma única pessoa, nem duas ou três.

 

Mas para quem acompanha um partido diariamente, para quem conversa todos os dias com muitos socialistas e conhece as sensibilidades e quem as representa, é possível com alguma rapidez aferir, com alguns telefonemas ou conversas, a “temperatura” desse partido em determinado momento em relação a determinado facto.

 

Foi o que se fez.. “Certo é que se trata de um ministério de relevo na hierarquia, mas sem grande exposição pública”.

 

Quer dizer simplesmente que o cargo de ministro da Defesa é o quarto da hierarquia do Governo, indiscutivelmente de relevo, mas que obviamente não tem a mesma exposição pública que o cargo de ministro dos Assuntos Parlamentares, que Augusto Santos Silva anteriormente ocupava (…).

 

Que falta perceber? É preciso explicar que o Ministério da Defesa exige a quem o tutela um maior grau de discrição no tipo de intervenções que faz? Que lidar com os militares é diferente de lidar com os partidos da oposição?”

 

Por último, a resposta de L.B. à questão dos “recados”: “Não poderão chamar-se recados às incontáveis afirmações que fazem os políticos uns contra os outros (para falar só de política) em entrevistas, debates, notícias em que são citados?

 

Não compreendo o preconceito, não compreendo onde o autor do post vê recados neste texto, como não compreendo o que esse consumidor pretende ler ao comprar o jornal.”

 

O que L.B. fez foi seguir uma prática mais ou menos institucionalizada no jornalismo português de dar por aquiridos consensos formados nas redacções e consagrados em letra de forma como o “politicamente correcto”.

 

Nem todos os sublinhados feitos por G.S. são do mesmo teor.

 

É uma realidade que houve comentadores a enganarem-se na antevisão do novo governo, que deverá haver socialistas críticos quanto a este executivo e que em tempo de paz a pasta da Defesa talvez seja menos exposta do que a dos Assuntos Parlamentares (o que porém Santos Silva não está a confirmar).

 

Mas, quanto às restantes frases, L.B. não as atribui a quaisquer fontes, anónimas ou não anónimas (muito menos do PS), sim a uma espécie de pensamento único, socialmente consolidado.

 

Será apenas uma questão de formulação, mas é dos tais casos em que forma e conteúdo estão indissoluvelmente ligados.

 

Por esta forma, parece querer-se pré-formatar o raciocínio do leitor. O provedor não tem a pretensão de saber com rigor o que o consumidor pretende ler ao comprar o jornal, mas duvida que procure uma lavagem ao cérebro.

 

Joaquim Vieira, Provedor do leitor – “Público”

publicado por paradiselost às 11:26

 

 

Leia um resumo do que se vai passar esta semana no Centro da Europa:

 

EUObserver

publicado por Marco Freitas às 10:41

new-york-times

Chama-se Spot.Us e é uma organização não lucrativa que tem como objectivo arranjar financiamento para tornar possível trabalhos jornalísticos que de outro modo não veriam a luz do dia.

 

Gostava de ler um artigo sobre o grande tapete de lixo do Pacífico? Os leitores do site Spot.Us disseram que sim. E os donativos fizeram com que o artigo chegasse às páginas do "New York Times".

 

publicado por paradiselost às 10:24

 

 

 

A demissão de Leonel Freitas da RTP-M veio despertar o fim de um ciclo no canal público regional?... Começam a vir a público um conjunto de notícias sobre o canal, cujo denominador comum é o movimento de mudança que se começa a assinalar internamente. 

 

Sendo assim, se a RTP-M começa a viver um ciclo de forte mudança, o que se deseja é que seja tratado no seu devido espaço,, no Centro Regional, e não nos meios de comunicação social, permitindo margem de manobra a quem, por razões diversas, olha para o trabalho feito por aqueles profissionais com desdém... 

 

LEIA aqui a notícia do DN-Madeira    

 

publicado por Marco Freitas às 10:08
tags: ,

a23_6.jpg

A revista trimestral A23, editada pela associação com o mesmo nome, quer criar uma agência que reúna peças de jornalistas freelancers de texto, áudio, imagem e vídeo, avançou ao M&P Ricardo Paulouro, director da publicação.

 

“Os fotógrafos já fazem isto há 50 anos. Os jornalistas têm de se adaptar a esta realidade”, diz.

 

Os conteúdos ficariam agregados numa zona do site da publicação (Contadores de Histórias) onde potenciais compradores dos conteúdos (órgãos de comunicação social) poderiam aceder aos mesmos.

 

Apesar da actual situação de recessão do mercado de media, Ricardo Paulouro acredita que o mercado “vai ver que há aqui uma boa oportunidade de negócio”.

 

A associação também apostou na edição em papel da A23 que ao sexto número passou a ter uma distribuição nacional em banca.

 

O título, recorda Ricardo Paulouro, iniciou-se como um título gratuito, mas “dada a quebra de publicidade” verificada no mercado, apostou na distribuição em banca como forma de angariação de receita.

 

Com distribuição da Vasp em 780 pontos de venda nacional, a revista surge com uma tiragem de 5 mil exemplares (antes era de 10 mil) e um preço de capa de 1,50 euros.

 

A A23 aposta em conteúdos de reportagem de “interesse nacional e internacional” com uma “forte aposta na área cultural”.

 

“Procurámos dar profundidade às histórias que nos contam”, descreve Ricardo Paulouro. “Vender 50% [da tiragem] seria bastante positivo para um primeiro número”, diz.

publicado por paradiselost às 09:59

Novembro 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
14

15
19
21

24
25
26
27
28

29
30


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
Sobre mim e autores
pesquisar
 
links
blogs SAPO