Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

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Out 09

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 O GMCS vai realizar, no próximo mês de Novembro, um seminário que pretende ser um espaço de conhecimento, reflexão e debate sobre temas de relevante interesse para o sector da comunicação social.

 

O seminário, cuja organização conta com a colaboração dos Senhores Professor Doutor Aníbal Alves, Docente da Universidade do Minho, Dr. Fernando Cascais, Director do Cenjor e Senhora Dr.ª Maria Flor Pedroso, Editora de Política da Antena 1, da Radiodifusão Portuguesa, S.A., terá lugar na Sala dos Espelhos, no Palácio Foz, em Lisboa, em data e com programa a anunciar.

publicado por paradiselost às 16:07

A organização Repórteres Sem Fronteiras considera que a liberdade de imprensa diminuiu este ano em Portugal, com uma queda do 16.º para o 30.º lugar na lista dos países que mais respeitam o trabalho dos jornalistas.
 

Apesar de classificar Portugal como estando "em boa situação" face à liberdade de imprensa, a organização internacional afirma ter-se verificado uma queda de 14 posições na lista dos mais respeitadores da liberdade de imprensa, passando a estar ao mesmo nível da Costa Rica e do Malí.
 

No ano passado, Portugal estava em 16º lugar, a par da Holanda, Lituânia e República Checa.
 

A Repórteres Sem Fronteiras alerta ainda que a Europa, em conjunto, recuou em termos de liberdade de imprensa.
 

"A Europa, que foi durante muito tempo um exemplo em matéria de respeito pela liberdade de imprensa", recuou na lista, contabilizando apenas 15 países na lista dos 20 primeiros classificados, contra os habituais 18.

publicado por paradiselost às 15:23

«No espaço geográfico do continente, os minhotos são únicos a liderar só com vitórias. No mapa da UEFA, só o Maccabi Haifa (Israel) faz igual. Sete jogos, sete vitórias. O registo, como se sabe, confere ao Sporting de Braga o direito de comandar a Liga portuguesa, e, no universo geográfico das primeiras divisões europeias, já não há um líder como os minhotos. Barcelona (Espanha) e Fenerbahce (Turquia) estavam no segmento dos minhotos, mas tropeçaram no fim-de-semana e já não são primeiros classificados apenas com triunfos. No quadro dos campeonatos principais das 53 federações que integram a UEFA, o Sporting de Braga mantém, ainda, a companhia dos israelitas do Maccabi Haifa, que somam seis vitórias em seis jornadas. De resto, e geograficamente, na Europa, os minhotos são mesmo os únicos que só acumulam triunfos em jogos de campeonato».

 

Paulo Horta/A Bola

publicado por paradiselost às 12:43

SIC e Expresso foram entregues em penhor à banca

O grupo Impresa conseguiu assim melhores condições de financiamento.

 

A Impresa entregou como penhor à banca alguns dos seus principais activos, como a estação televisiva SIC e o negócio de revistas e outras publicações.
 

"As empresas foram dadas em garantia aos empréstimos que financiaram as aquisições respectivas", disse ao Diário Económico o responsável pelas relações com investidores da Impresa, José Freire.

 

"Nunca entrámos em incumprimento das condições em que os bancos possam executar essas garantias.

 

De facto, a Impresa e suas subsidiárias têm sempre cumprido com os pagamentos de juros e amortizações de capital, que estão contratadas", acrescentou o responsável do grupo liderado por Francisco Pinto Balsemão.

publicado por paradiselost às 10:02

Directores reconhecem que há interferências do poder político e tentativas para condicionar.

 

Na conferência do 50.º aniversário do "Telejornal", ex-assessores e directores de informação falaram de ingerências políticas. E Estrela Serrano, membro da ERC, defendeu que, em certos casos, Belém ou S. Bento devem pressionar os "média".

 

Estrela Serrano, dez anos assessora de Mário Soares em Belém e membro da Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC), disse ontem ser legítimo que os políticos telefonem aos responsáveis pela informação nos "media".

 

Primeiro, disse que "nenhum presidente ou primeiro-ministro consegue controlar uma redacção, mas pode pressionar e deve pressionar se a notícia não for bem dada".

 

Antes de questionar: "Qual é o problema de um assessor telefonar ao director ou ao editor por o jornalista ter dado mal uma notícia?"

 

Foi óbvia a ligação a notícias sobre telefonemas de assessores de Sócrates - Luís Bernardo, um deles, também convidado cancelou minutos antes.

 

A oradora prosseguiu contando que Soares "tinha fúrias" quando tal acontecia, e dizia: "Telefona-me aí a esse malandro", convencendo-o ela a não o fazer.

 

Serrano advogou ainda não ser possível controlar todos os que fazem a notícia.

 

Uma teoria subscrita pelo director de Informação da RTP: "Se alguém quer condicionar, tem de condicionar muita gente ao mesmo tempo".

 

Para Joaquim Letria, há muito que "o Telejornal depende do Governo do dia". "Este exerce pressão sobre a estação estatal, sobre quem nomeou e que tutela", referiu o ex-assessor de Ramalho Eanes.

 

Júlio Magalhães, agora director de Informação da TVI, disse que, quando estava na RTP, sabia de antemão quem seria editor e director, caso ganhasse o PS ou o PSD.

 

Incomodado José Alberto Carvalho com a "litigância e a desconfiança" do espectador com a RTP ao nível político-partidário, uma "nuvem" constante, Magalhães respondeu: "Essa nuvem não vem dos espectadores nem dos concorrentes, mas do poder político e dos grupos económicos que exercem os mesmos condicionamentos e pressões".

 

Letria já tinha dito: "Há formas muito mais poderosas e eficazes de controlar as televisões: cruzamento de interesses, favores, favorecimentos e dificultações de negócios".

 

Luís Marques, ex-administrador da RTP, agora da SIC, resumiu não se tratar de "fazer fretes", mas da relação da RTP com o poder que a tutela e que colide com o que deve ser o jornalismo.

publicado por paradiselost às 09:49

O director de informação da TVI admitiu que o “Jornal de Sexta” de Manuela Moura Guedes e cuja suspensão foi considerada ilegal pela ERC, pode regressar “um dia destes”, embora assuma que o assunto não foi discutido.

 

“Se as pessoas quiserem o ‘Jornal de Sexta’, terão. Um dia destes, se calhar.

 

O ‘Jornal de Sexta’ era um jornal feito para um estilo próprio que agora não existe mas um dia pode regressar”, disse hoje Júlio Magalhães em Lisboa à margem da conferência “50 Anos de Telejornal - Entre o Passado e o Futuro”.
 

Apesar de admitir o regresso do jornal dirigido por Manuela Moura Guedes, o director de informação da TVI assume que o assunto ainda não foi discutido.

“Nunca equacionámos isso [o regresso do ‘Jornal de Sexta’] sequer. Ainda não falámos sobre isso”, afirmou.

A jornalista Manuela Moura Guedes disse quarta-feira à Lusa estar à espera do regresso do “Jornal de Sexta” depois de o organismo regulador dos media ter considerado que a administração da TVI contrariou a lei ao suspender o programa.

Numa deliberação, aprovada por unanimidade, o conselho regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) afirma que “a referida decisão consubstancia uma intervenção contrária à lei e lesiva das atribuições e competências próprias da direcção de Informação” e avisa que vai iniciar um processo para apurar “da responsabilidade contra-ordenacional”.

Júlio Magalhães foi um dos intervenientes no painel “O Telejornal, Um Género Televisivo em Mudança” na conferência promovida pela RTP.

Para o director de informação da TVI, o telejornal hoje “é um jornal em movimento e tem que ser um espelho da sociedade”.

“Já não pode haver telejornais com notícias escalonadas e por temas. O telejornal hoje vive em função da sociedade e das audiências também, e em função disso tem de se adaptar às novas circunstâncias”, disse.

“O que as pessoas querem do telejornal é o que temos de lhes dar”, acrescentou.

publicado por paradiselost às 09:40

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