Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

17
Ago 09

O Colégio Nacional de Jornalistas revelou, sexta-feira, que entre o ano de 2000 e 2008, na Venezuela, ocorreram mais de mil casos de agressões a jornalistas.

 

O Colégio Nacional de Jornalistas é a instituição venezuelana responsável pela atribuição da carteira profissional no país.

 

"Contabilizamos, dentro da Comissão Nacional de Protecção de Jornalistas, mais de mil agressões à liberdade de expressão, desde o ano de 2000 até 2008. São números que estão documentadas e foram denunciados ante a comissão para a Liberdade de Expressão da OEA e da ONU", disse o seu presidente.  

 

William Echeverría falava á Agência Lusa à margem de uma marcha de centenas de jornalistas até à Procuradoria Geral da República, onde entregaram um documento condenando um ataque, quinta-feira, de simpatizantes do presidente Hugo Chávez, a três dezenas de profissionais da Cadena Capriles, que fez 12 feridos, oito deles com gravidade. 

 

A Cadena Capriles, é uma empresa venezuelana detentora do Últimas Notícias, o jornal de maior tiragem no país, muitas vezes acusada pela oposição de simpatizar com o regime do presidente Hugo Chávez. É também proprietária dos jornais El Mundo e Líder, a revista dominical e do portal digital cadenaglobal.com. 

  

"O Colégio da Venezuela declara-se em completa mobilização em todo o país para sair às ruas a protestar", disse. 

 

 

publicado por paradiselost às 09:59

10
Ago 09

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A ERC tornou público o Relatório de Regulação e o Relatório de Actividade e Contas relativo ao ano de 2008, depois de os ter enviado ao presidente da Assembleia da República, e ao Presidente e Deputados da Comissão de Ética, Sociedade e Cultura da Assembleia da República.

A elaboração e divulgação destes documentos estão previstas no art. 24.º, n.º 2, al. d), dos Estatutos da ERC, que determinam que compete ao Conselho Regulador, no exercício das suas funções de definição e condução de actividades da ERC, "[e]laborar anualmente um relatório sobre a situação das actividades de comunicação social e sobre a sua actividade de regulação e supervisão e proceder à sua divulgação pública".

O relatório, que será editado em papel (quatro volumes) e em versão digital, mas está já disponível no site da ERC, compreende, na primeira parte, além dos números mais significativos sobre a actividade da ERC em 2008, a análise económica do sector, dos grupos económicos de media, do mercado publicitário e do impacto no meio televisão dos serviços de programas de acesso não condicionado com assinatura ou de acesso condicionado e da produção externa na programação televisiva.

 

É ainda de realçar a análise dos consumos e do perfil sociográfico dos públicos, e os dados sobre direito de resposta e de rectificação.

No capítulo sobre a televisão, o relatório debruça-se sobre a defesa da língua portuguesa, produção europeia e produção independente, cumprimento dos horários da programação, inserção de publicidade na televisão, novos serviços de programas televisivos, pluralismo e diversidade na informação e nos programas dos serviços de programas RTP, SIC e TVI.

No que respeita à rádio, o relatório contempla dados sobre cumprimento das quotas de música portuguesa, renovação dos títulos habilitadores para o exercício da actividade de radiodifusão sonora, actividade de fiscalização no ano de 2008, análise da informação diária dos serviços de programas generalistas de âmbito nacional RDP, Rádio Renascença e Rádio Comercial.

No sector da imprensa são analisados os títulos de capitais maioritariamente públicos, Diário do Alentejo e Jornal da Madeira.

O Relatório de Regulação 2008, apresenta, também, dados sobre publicação de sondagens.

O trabalho da ERC abarcou, ao longo do ano, diversas acções em todas as áreas da regulação que estão legalmente atribuídas à Entidade.

 

Em 2008, verificou-se um aumento muito significativo do número de deliberações aprovadas pelo Conselho Regulador, destacando-se as relativas a licenças de serviços radiofónicos e televisivos, publicidade, pedidos de parecer e direito de resposta.

São os seguintes os números mais expressivos sobre a actividade da ERC em 2008:

 

57 Reuniões do Conselho Regulador (53 reuniões em 2007);

342 Deliberações (mais 75,38% que em 2007);

duas audições parlamentares do Conselho Regulador; duas reuniões do Conselho Consultivo;

31 Processos contra-ordenacionais;

10 Impugnações judiciais de taxas da ERC;

dois Acórdãos do Tribunal Constitucional sobre as taxas (Acórdão n.º 613/2008; Acórdão n.º 365/2008);

926.509,50 euros de montante cobrado líquido referente à taxa de regulação e supervisão; 82.183,70 euros investidos em sistemas de informação;

8683 entradas (mais 21,75% que em 2007);

60 colaboradores (número total em 2008);

127.689,50 euros investidos em estudos/investigação realizados por entidades externas (universidades e outras entidades especializadas);

11.500,00 euros atribuídos para apoio a conferências e colóquios; quatro livros publicados.

 

publicado por paradiselost às 15:57

 

 

 

 

  

 

 

O "Público" fez saber na semana passada, através de uma nota editorial, a intenção de não acatar uma das mais recentes directivas da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC).

O documento do regulador, embora sem carácter vinculativo, recomenda que os meios de comunicação social suspendam, durante o período de pré e de campanha eleitoral, os comentadores que estejam incluídos nas listas dos partidos que se apresentem a eleições.

O "Público" assegurou que António Vilarigues, candidato às autárquicas pelo PCP, e Pacheco Pereira, a deputado pelo PSD, continuarão assinar as colunas que têm no jornal. "Em nome da liberdade de expressão, do pluralismo e da inteligência", lê-se no editorial, justificando assim a decisão do jornal em relação ao documento da ERC.

O mesmo poderá acontecer com as televisões privadas, que subscrevem o defendido em comunicado pela Confederação Portuguesa de Meios de Comunicação Social (CPMCS), mas que, para já, não comentam a recomendação da entidade reguladora.

João Maia Abreu, director de informação da TVI, referiu ao Negócios que a estação tomará em breve uma posição pública. Também fonte oficial da SIC, estação que tem Pacheco Pereira e outros candidatos às legislativas e às autárquicas a produzir comentários políticos, disse apenas que a SIC se revê no comunicado emitido pela confederação. E não tece mais comentários.
 

 

publicado por paradiselost às 11:07

09
Ago 09

 A panóplia de cartazes espalhados pelas ruas do Funchal e por alguns locais da ilha já mereceu comentários. Há quem ache um exagero - convenhamos, este será um verão politicamente colorido -; há que não veja a necessidade deste tipo de propaganda e há quem critique o dinheiro investido pelos partidos, neste caso, nos cartazes, e também em acções de campanha... 

 

Este tipo de críticas fazem sentido até ao momento em que os mesmos críticos acusam os partidos de não fazerem informação e dos eleitores não receberem o suficiente em termos de conteúdos programáticos ou de ideias-chave sobre cada partido. É claro que os cartazes não são o meio mais importante e mais adequado para transmitir os conteúdos mais amplos dos partidos - aí existe um conjunto de outros meios, uns mais modernos do que outros  - mas os cartazes são, certamente, um instrumento de constante alerta... 

 

Não sou contra os cartazes - até como bem se sabe os outdoors asseguram grande visibilidade e memorização - como não são contra este tipo de mecanismo os muitos anunciantes que recorrem a este modelo de publicidade e como não são contra este sistema as empresas que nele investem para prestar serviços de publicidade. 

 

Mas também não sou a favor de um uso pouco coerente dos cartazes em campanhas políticas. A medida devia ser a da eficácia, tanto para os partidos como para quem controla as contas dos partidos. Isto é, os custos a atribuir a cada instrumento de comunicação deveria depender da medida da eficácia tecnicamente comprovada.

 

Infelizmente, há um factor que não controlamos como consumidores daquela informação: o bom gosto e o conteúdo do cartaz. Estes aspectos tb fazem parte da medida da eficácia de um cartaz. Mas, a este nível, quem vai decidir sobre a capacidade dos partidos para comunicar serão os eleitores.... 

 

Podem dizer-me - e eu concordarei - que um cartaz não ganha uma eleição. Porém, acredito que uma boa mensagem, um candidato bem apresentado acrescenta alguns votos... Os vencedores tendem a ignorar este pormenores até as vitórias começarem a soarem a derrota e os habituais derrotados porque são naturalmente limitados na ambição...

 

Outra pergunta que se impõe é a de saber se os partidos precisam realmente de todo o dinheiro atribuído para efeitos de campanha|? 

 

Até mais..

 

Marco Freitas

publicado por Marco Freitas às 21:32

07
Ago 09

 

 

 

Após um curto interregno para reestruturação, o semanário bracarense O Balcão volta de novo para junto dos leitores.

 

Agora com 16 páginas totalmente a cores, melhoramos o grafismo, ventilamos as temáticas abordadas e tornamos a publicação mais leve para quem a lê.

 

Estamos de novo na rua para denunciar o que vai mal, elogiar o que de melhor se faz no distrito de Braga e corresponder às expectativas dos nossos anunciantes. Sem o inegável apoio desta gente toda não tinhamos razão para existir.

 

Mas o projecto está aí. Aproxima-se uma fase  quente em termos eleitorais e queremos dar voz a todos. Trata-se de mais um meio de comunicação isento na região, respeitado por todos e temido por outros. Mas a nossa determinação é mais forte do que qualquer obstáculo que surge ou possa surgir no nosso caminho.

 

Estamos na net em: www.obalcao.pt

 

Boa leitura

publicado por paradiselost às 17:53

06
Ago 09

 

 

 

 

 

 

 O mercado de media e entretenimento, em Portugal, deverá começar a sua recuperação em 2010, segundo o relatório anual "Global Entertainment and Media Outlook", da PrincewaterhouseCoopers, relativo ao período de 2009 a 2013.

 

De acordo com o documento, o total do mercado português deverá gerar receitas de 5,06 mil milhões de dólares (3,5 mil milhões de euros). Este valor situa-se um pouco acima dos 5 mil milhões de dólares (3,5 mil milhões de euros), o valor de receitas com que o mercado deverá finalizar 2009.

Com esta estimativa, a consultora avança que, em 2009, o mercado português vai sofrer uma retracção de 1,2% em relação a 2008. Já para 2013 prevêem-se receitas de 6,3 mil milhões de dólares (4,4 mil milhões de euros), o que representa um crescimento acumulado de 4,6% ao ano.

Este estudo indica ainda que, nos próximos anos, o crescimento estimado para Portugal, será superior ao da média europeia, de 1,9%, o que está sobretudo ligado ao crescimento do mercado de acesso à Internet, que, em Portugal, estima-se que crescerá 5,1% até 2013, atingindo assim um valor de 3,2 milhões de dólares (2,2 mil milhões de euros).

No mercado publicitário, o relatório estima que o mercado deverá sofrer uma quebra de receitas de 0,5% até 2013, ano em que acumulará receitas de 1,5 mil milhões de dólares (1,1 milhões de euros. Em 2008, este mercado captou 1,6 mil milhões de dólares (1,1 mil milhões de euros).

 

publicado por paradiselost às 16:20

05
Ago 09

 

ESTA É A NOTÍCIA DO DIA:

José Eduardo Moniz sai da TVI!!... Interessante, uma decisão que acontece depois da grande polémica que protagonizou com o Benfica.... ou, com o Senhor Primeiro-Ministro de Portugal. Estes dois embates fizeram mossa? Ou estamos perante uma mudança natural? Quo vadis, Eduardo Moniz?

 

LER MAIS

publicado por Marco Freitas às 15:56

Vamos ter uma nova revista no mercado nacional. Será sobre "as nossas pessoas, os nossos produtos e as nossas empresas" disse a directora de comunicação e multimédia da RichPress,Alexandra Cotrim, ao M&P.

 

O nome da revista é "Portugal Made" e, em suma, o seu conteúdo será Portugal. A pergunta que resta fazer é sobre que país versará a sua linha editorial e as suas notícias?

 

Ainda assim, num cenário de crise, é sempre bom ver algumas aventuras no sector. Dá ânimo...

 

Ler mais aqui

 

 

publicado por Marco Freitas às 09:55

03
Ago 09

O Instituto Nacional de Estatística  (INE) acaba de publicar o nº 45 da Revista de Estudos Demográficos (RED).

 

O presente número da RED inicia-se com uma análise das migrações internacionais, especificando os direitos humanos das pessoas migrantes e o direito ao reagrupamento familiar, bem como da transversalização da igualdade de género nas políticas públicas relativas às migrações internacionais.

 

Segue-se uma abordagem do contributo da privação sociomaterial nos níveis de saúde. Este estudo, que dá continuidade ao divulgado na RED nº 43, conclui que a melhoria dos níveis de saúde é possível, através de políticas integrativas, direccionadas para os indivíduos e para os espaços de vida, e que possam entre outras por medidas que permitam reduzir a pobreza e a privação dos lugares.

 

Procura-se, ainda, evidenciar alguns dos objectivos traçados no Programa de Acção do Cairo, ressaltar o avanço comparativamente às recomendações das conferências anteriores e caracterizar, de forma sintética, a evolução demográfica observada no Mundo e em Portugal, bem como algumas iniciativas nacionais no campo da saúde reprodutiva, após o Cairo.

 

Participam neste úmero da RED Maria do Céu da Cunha Rêgo, Helena Nogueira e Maria José Carrilho

 

A publicação custa 15 euros e tem uma tiragem de 450 exemplares.

publicado por paradiselost às 22:12

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