Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

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Jul 09

 

Para quem temia o fim do «reinado» do pequeno ecrã, ele pode estar mesmo a chegar.

 

O que não quer dizer que a televisão esteja à beira da morte. Está até a reinventar-se nestes tempos de crise e o tamanho afinal importa: se, em 2007, a dimensão média de ecrã vendidos era entre 32 e 37``, em 2015 será de 60``.

 

 

Esta é uma das conclusões do estudo da Deloitte «TMT Predictions - Portugal 2009/2010», em que se analisam as tendências nas áreas das tecnologias, media e telecomunicações, cuja apresentação oficial será na próxima terça-feira.

 

«A televisão está a tornar-se o centro do entretenimento dentro de casa.

 

Algo que se vê nas set top boxes cada vez mais utilizadas ou até nas consolas de jogos que, por vezes, surgem já incorporadas nos televisores», refere Hugo Dias, da Deloitte, à Agência Financeira.

 

Além das mudanças a nível de hardware, estão também a realizar-se mudanças ao nível dos conteúdos e uma maior aproximação do universo dos computadores.

 

Por isso mesmo, a Deloitte prevê que as principais marcas incorporem novas funcionalidades para manterem margens face aos concorrentes de baixo custo e, além disso, haverá um reforço na tendência de conteúdos e dispositivos 3D.

 

«A televisão paga está a crescer mesmo com a crise e, em parte, confunde-se cada vez mais com o PC», adiantou Hugo Dias.

 

De acordo com os dados deste estudo, entre Janeiro e Maio deste ano os portugueses passaram menos 5% do seu tempo à frente dos canais de sinal aberto do que em relação ao período homólogo, enquanto que o tempo dispendido com canais por cabo subiu 10%.

 

Algo que se reflecte também nas inserções publicitárias: nos primeiros quatro meses deste ano, houve um crescimento de 10% nos canais por cabo, ao passo que nos canais de sinal aberto registou-se um decréscimo de 8%.

 

Para os próximos tempos, espera-se também um reforço na oferta e conteúdos de canais em HD e que as Redes de Nova Geração (RNG) facilitem o acesso a conteúdos online e on demand.

 

A análise refere que, «quanto maior o ecrã, mais imersiva é a experiência e maior o grau de satisfação e fidelização do espectador».

 

publicado por paradiselost às 12:09

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