Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

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Jun 09

Para ler e reflectir...

 

Seria supérfluo enumerar aqui as novidades que a Internet trouxe à nossa vida quotidiana. E até que ponto a revolucionou consideravelmente de há uma dezena de anos para cá.

 

Em termos de comunicação, como de acesso a inúmeras fontes de informação e de documentação, nomeadamente.

 

Duas das novidades constituem uma ruptura evidente em relação à história dos media.

 

A primeira é a que permite ter acesso à informação de actualidade em tempo real, qualquer que seja o ponto do mundo onde nos encontremos. A outra é a que, graça à interactividade, torna possível a intervenção "cidadã" nos temas de actualidade.

 

E uma ilustração particularmente evidente é a das reacções dos internautas nos sítios que emanam dos media.

 

Há porém que perguntar se tais reacções constituem de facto um aprofundamento da participação dos cidadãos na vida da polis. Porque, quando se lêem estas intervenções, a grande maioria delas são de uma confrangedora mediocridade.

 

E arrepiantes no que diz respeito à incapacidade de diálogo e de argumentação. Até porque as manifestações de intolerância, os insultos e as difamações são por demais evidentes.

 

Antes da Internet, a intervenção dos cidadãos não era propriamente inexistente. O correio dos leitores é uma velha tradição da imprensa.

 

E tanto a rádio como a televisão passaram a recorrer regularmente aos ouvintes e espectadores a partir do momento em que o telefone se generalizou.

 

Só que no audiovisual, e de maneira ainda mais evidente na imprensa, os responsáveis dos media filtravam as intervenções dos cidadãos em função de critérios editoriais, deontológicos e éticos que os norteavam.

 

Ora, é verdade que boa parte dos media de referência instituíram "vigias" ou "moderadores" de modo a que os sítios na Internet sejam fiéis à imagem de seriedade que querem dar de si.

 

Mas grande parte dos outros estão irresponsavelmente abertos a todas as demagogias. Com o que isso significa de degradação da imagem do media, do Estado de direito e do salutar diálogo democrático…

 

Opinião de J M Nobre Correia
 

publicado por paradiselost às 09:53

 

O governo espanhol já introduziu mudanças no plano de financiamento da TVE, com visita a eliminar a publicidade na estação pública. As televisões por subscrição vão entregar 1,5% das suas receitas operacionais brutas, enquanto que as televisões em sinal aberto irão contribuir com o dobro (3%).

 

“Uns e outros têm uma dependência diferente da publicidade”, justificou a vice-presidente do governo María Teresa Fernández de la Vega, citada pela edição online do El Confidencial.

 

A medida beneficia operadores como a Digital Plus (Prisa) ou a Imagenio (Telefónica). Esta mudança, com base numa recomendação do Conselho de Estado, junta-se a uma outra da Comisión del Mercado de Telecomunicaciones (CMT), de acordo com a qual se elimina a possibilidade de retirar a licença aos operadores que não cumpram a taxa fixada por lei.

publicado por paradiselost às 09:34

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