Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

13
Jan 09
SCBraga.bmp

A Sporting Clube de Braga - Futebol SAD, vai apresentar uma queixa no Ministério Público contra a equipa de arbitragem, liderada por Paulo Baptista, do jogo que se desenrolou no último domingo, dia 11 de Janeiro, frente ao Sport Lisboa e Benfica, SAD, no Estádio da Luz.

Para além dessa queixa, será ainda apresentada uma participação disciplinar na Liga de Portuguesa Futebol Profissional, contra a referida equipa de arbitragem.

Na base destas queixas, está a actuação desastrosa da equipa de arbitragem, que declaradamente prejudicou a SC Braga – Futebol SAD e que teve intervenção directa no resultado final do encontro.

A SC Braga – Futebol SAD não acredita que a lamentável actuação da referida equipa de arbitragem, tenha sido casual.

Na verdade, da análise ao jogo facilmente se constata que foram vários os erros perpetrados pela equipa de arbitragem sendo todos sempre num sentido, ou seja, prejudicando os interesses da SC Braga – Futebol SAD.

Os analistas desportivos, logo no próprio dia do referido encontro, afirmaram que esta equipa de arbitragem estava condicionada, e que isso mesmo transpareceu claramente na actuação da equipa.

Nessa medida, a SC Braga – Futebol SAD vai apresentar a queixa junto do MP, no sentido de ver apurada a eventual responsabilidade criminal da equipa de arbitragem e de se averiguar qual (ou quais) o condicionalismo(s) que ocorreu(ram) e que levou(aram) a equipa de arbitragem a actuar da forma descrita.

A SC Braga – Futebol SAD pretende ainda que a Comissão de Arbitragem LPFP analise a actuação da referida equipa da arbitragem e que aja em conformidade face ao desempenho da mesma no jogo em causa, de forma a restabelecer a confiança da SC Braga – Futebol SAD na arbitragem portuguesa, bem como nos órgãos que a presidem.


BRAGA, 12 DE JANEIRO DE 2009


O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
publicado por Marco Freitas às 15:31

Lusa.gif

Notícias com Imagem é o novo serviço que a Lusa vai arrancar com a comercialização, avançou ao M&P Luís Martins, director comercial e de marketing da agência noticiosa.

Composto por conteúdos de texto e imagem, abarcando as 13 secções que compõem o serviço noticioso da Lusa (cobrindo o nacional, economia, desporto, internacional e lusofonia), num máximo de 50 notícias dia, o serviço já está disponível no Google, estando a decorrer negociações com operadores de corporate TV.

“É a esse segmento de mercado que nos estamos a dirigir”, explica o responsável comercial, escusando-se, dada a fase de negociações, a adiantar nomes, mas como potenciais clientes estão ainda “todos os sites que já têm o serviço de texto” da Lusa.

O serviço ficará disponível por meio de uma assinatura mensal.

Já a partir de 31 de Janeiro, a agência noticiosa arranca igualmente com a comercialização do serviço de vídeo online.

Em fase experimental desde Novembro, e já com 44 meios aderentes, o serviço estava a funcionar de forma gratuita.

Com o seu arranque comercial, o serviço assentará o seu modelo de negócio na venda de um pacote de vídeos mensais, dependendo o valor do mesmo, explica Luís Martins, além do número de downloads acordado, da abrangência e audiências do meio a que se destina, à semelhança dos restantes serviços da agência noticiosa, refere o responsável comercial.
publicado por Marco Freitas às 15:21

O jornalista e professor universitário Matt Thompson, da Universidade do Missouri, apresentou no início de 2009 um conjunto de dez questões pertinentes para a classe numa era de sobrecarga informativa, fornecendo pistas e sugestões de leitura para quem pretenda aprofundar cada item.

A reflexão de Matt Thompson foi publicada em Newsless.org, sítio onde o jornalista se propõe a contribuir para mudar o foco dos livros e conferências sobre jornalismo do habitual “como vamos contar ao público as notícias mais recentes” para “como vamos ajudar as nossas audiências a entender melhor o estado do mundo”, enfatizando a contextualização da informação.

Uma das preocupações do académico norte-americano é com os receptores da informação, sendo levantadas questões como “estamos a contribuir para que a comunidade esteja mais bem informada ou simplesmente para que ela se distraia?” ou “em que medida o que fazemos é importante para a nossa comunidade e porquê?”.

Focando-se sobretudo no jornalismo online, Matt Thompson apela ainda à reflexão sobre temas como: “A nossa preocupação é dar uma ‘estória’ mais completa ou dar a mais recente?”; “Estamos a sintetizar informação ou apenas a agregá-la?”; ou ainda “Como estamos a servir quem sabe (nada | tudo) acerca de um dado tema?”.

O professor da Universidade do Missouri apela ainda à necessidade de repensar a experiência multimédia e de fornecer à audiência maneiras de encontrar informação de forma clara (através das estruturas de navegação online) e rápida (mediante o uso de bons filtros).

Para último deixa uma curta reflexão sobre aquele que é, talvez, o problema mais difícil de resolver numa era caracterizada pela sobrecarga informativa: “Como podemos nós, jornalistas, gerir o excesso de informação que recebemos todos os dias?”
publicado por Marco Freitas às 15:15

global.png

Não é a CNN online, mas é um projecto ambicioso a esse ponto.

A GlobalPost que hoje nasce, é a primeira agência noticiosa online com cobertura global e ininterrupta de notícias exteriores aos EUA.

O projecto, liderado pelo empresário Philip Balboni, conta com as contribuições de 72 correspondentes que, a partir dos cinco continentes relatam histórias de países como o Zimbabué, Iraque, Índia ou Líbano.

Na Europa, a agência está em nove países, entre eles o Reino Unido, a França ou a Polónia.

Em Portugal não há qualquer correspondente.

A aposta da GlobalPost (http://www.globalnewsenterprises.com/) é na qualidade, rapidez e inovação no modo como se dão notícias.

A cobertura é diária e dedicada a aspectos políticos, económicos, tecnológicos e sociais dos diferentes países.

Para além dos despachos diários, o site aposta também em reportagens multimédia elaboradas pelos vários correspondentes originários de publicações como a revista “Time” ou a agência “Associated Press”.

Todos trabalham em regime de freelancer e são também accionistas da empresa.

O financiamento inicial do projecto foi de 8,2 milhões de dólares, mas para sobreviver o site desenvolveu três meios de subsistência: publicidade online, venda de artigos a outras publicações e registos voluntários dos leitores no site através do serviço “Passport You”.

Este serviço exclusivo aos assinantes permite a proposta de reportagens, a votação nas ideias mais interessantes e entrar em contacto com os correspondentes de todo o mundo.
publicado por Marco Freitas às 15:10

Janeiro 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

11
14
17

18
19
20
21
22
24

25
26
27
28
30
31


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
Sobre mim e autores
pesquisar
 
links
blogs SAPO