Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

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Jan 09
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Reporteros sin Fronteras hace patente su preocupación por la situación de Internet en Tailandia después de que, en nombre de la lucha contra el crimen de lesa majestad, el nuevo gobierno, constituido el 15 de diciembre de 2008, haya decidido convertir en prioritaria la vigilancia del ciberespacio.

Según Ranongrak Suwanchawee, Ministra de Información y Comunicaciones, han bloqueado más de 2.300 sitios y 400 son objeto de investigación judicial.

Ahora el gobierno dedica cerca de 2 millones de euros (80 millones de bahts) al filtrado de la Web.

“Frente a las derivas liberticidas que presagian las reformas anunciadas, es importante que el gobierno acepte debatir sobre la actividad en línea de los internautas.

De repente el tema se ha convertido en una prioridad, cuando el acceso a Internet se encuentra muy lejos de estar generalizado en Tailandia.

Condenamos las medidas adoptadas a partir de la llegada al poder de la Alianza del Pueblo para la Democracia (APD), que son atentados graves a la libertad de expresión en línea, en nombre de un crimen mal definido”, ha declarado la organización.

El 11 de enero de 2009, el profesor asociado de Ciencias Políticas en la Facultad de Chulalongkorn (Bangkok), Giles Ji Ungpakorn, fue informado de que el 20 de enero tiene que presentarse en la comisaría a causa de la publicación de su libro “Un golpe de Estado para los ricos” (“A coup for the Rich”), que puede bajarse gratuitamente en su blog http://www.wdpress.blog.co.uk, lo que le convierte, para las autoridades, en culpable de “crimen de lesa majestad”.

Reporteros sin Fronteras recuerda que Harry Nicolaides, un ciudadano natural de Melbourne, fue detenido el 31 de agosto de 2008 por el mismo motivo.

Profesor en la Universidad de Mae Fah Luang, en Chiang Rai (norte del país), también colaboraba con algunas revistas y páginas de Internet. Hasta ahora han rechazado las cuatro demandas que ha presentado pidiendo la libertad provisional.

El 29 de diciembre, Ranongrak Suwanchawee declaró que la prioridad de su ministerio es “bloquear los sitios de Internet que insultan a la monarquía”.

También añadió que su antecesor “creía, por error, que se podía hacer poco para controlar los sitios de Internet albergados en el extranjero”.

Dos días antes, los demócratas en el poder pidieron un endurecimiento de la legislación sobre el crimen. En efecto, el comandante en jefe de las fuerzas armadas, general Anupong Paojinda, pidió a sus oficiales que vigilaran que no se hiciera ningún gesto en contra de la monarquía.

También ordenó que cada uno de los ochocientos batallones del ejército real vigile una, o dos páginas de Internet de las consideradas “sensibles”, para que no aparezca en ellas ningún comentario que pueda empañar la imagen del rey.

Tailandia tiene 14 millones de internautas, alrededor de un 20% de la población.

La asociación de bloggers Thai Netizen se entrevistará con el nuevo Primer Ministro el 13 de enero, para entregarle una petición en favor de la libertad de expresión digital y algunas propuestas para llegar a un compromiso sobre la cuestión.

La asociación, creada por iniciativa del abogado y especialista en medios de comunicación Supinya Klangnarong, agrupa a bloggers e internautas que militan en pro de la libertad de expresión en línea, en el reino.

Las páginas se bloquean a partir de peticiones informales, sin valor jurídico, de las autoridades a los proveedores de acceso a Internet.

En virtud del artículo 112 del Código penal, es culpable de crimen de lesa majestad “cualquier persona que haya difamado, insultado o amenazado al rey, la reina, el presunto heredero o el regente”, y se le puede condenar a una pena de tres a quince años de cárcel.

La ley relativa a la cibercriminalidad (Cybercrime Act), aprobada en 2007, también establece que los proveedores de acceso a Internet tienen que conservar la información personalizada de los internautas durante 90 días.

Las autoridades pueden verificar dichas informaciones sin necesidad de ningún control judicial. Por otra parte, la ley autoriza a la policía a embargar ordenadores si sospecha que se está haciendo un uso ilegal de la máquina.
publicado por Marco Freitas às 17:29

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A Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) apelou a todos os jornalistas para que protestem, pois a crise em Gaza tornou-se “intolerável” e “a manipulação sistemática e controlo dos média que tentam fazer o seu trabalho em Gaza e as mortes ocorridas no território requerem uma resposta concertada da classe a nível mundial”.

Esta reacção da organização que agrega mais de 600 mil jornalistas de todo o mundo surge na sequência do assassinato do jornalista palestiniano Eyhab Al Wahidi – o quarto a falecer no decurso da acção militar recente na Faixa de Gaza, segundo a FIJ – e do bombardeamento da Torre Al-Johara, onde estão instalados cerca de 20 órgãos de comunicação.

Eyhab Al Wahidi, operador de câmara da estação pública palestiniana em Gaza, morreu a 8 de Janeiro, aquando de raide israelita ao bairro onde vivia e que vitimou também a sua mulher e um dos pais desta, tendo provocado ferimentos nos filhos do casal.

No dia seguinte faleceu Ala Mortaji, repórter de uma rádio local, na sequência de ferimentos sofridos durante o ataque de um tanque israelita ao bairro de Zaitoun.

O ataque da Força Aérea israelita à Torre Al-Johara, levado a cabo a 9 de Janeiro, feriu um jornalista e destruiu o equipamento de transmissão via satélite que se encontrava no telhado, tendo o porta-voz do governo israelita, Mark Regev, referido que a acção militar contra o edifício visou anular equipamento de comunicações que poderia vir a ser usado pelo Hamas.

“Este ataque confirma o receio de que os média em Gaza se estejam a tornar alvos das forças israelitas.

É tempo de a comunidade internacional condenar estes ataques e garantir que qualquer acordo que acabe com as hostilidades também coloque os jornalistas fora da linha de fogo”, afirmou o secretário-geral da FIJ, Aidan White.

Também o Sindicato de Jornalistas da Palestina e o Comité para a Protecção dos Jornalistas (CPJ) protestaram contra o bombardeamento, considerando “inaceitável que jornalistas em serviço e as suas redacções sejam atacados desta maneira”, até porque “os jornalistas gozam de protecção ao abrigo da lei internacional”.

O mesmo recordou a ONU, em carta enviada ao embaixador de Israel junto da organização, tendo o secretário-geral Ban Ki-Moon apelado ao fim imediato dos confrontos em Gaza por forma a garantir o acesso humanitário à região, para assim ajudar o milhão e meio de civis que tenta sobreviver apesar do rápido deteriorar das condições de vida no território.

Condicionar a comunicação social

Também a 8 de Janeiro, dois canais israelitas e a BBC foram autorizados a acompanhar brevemente tropas do estado judaico, mas não há indícios de que o governo venha a permitir o acesso livre de jornalistas a Gaza, apesar das deliberações nesse sentido do Supremo Tribunal e das exigências nesse sentido das várias organizações de defesa da liberdade de imprensa.

Segundo a FIJ, as preocupações com a segurança dos jornalistas são legítimas, mas não devem servir de desculpa para impedir que estes façam o seu trabalho, pois quando um lado controla a mensagem a tentativa de relatar a verdade acaba submersa pela propaganda.

“Há uma tentativa cínica de garantir que os média contem a história apenas a partir do lado israelita.

A verdade não poderá ser contada a menos que os jornalistas se possam mover livremente, falar com todos os envolvidos e ver com os seus olhos o que acontece no terreno”, disse Aidan White, criticando a sofisticada operação de comunicação de Israel, que fornece aos jornalistas contactos, estatísticas, viagens pelo Sul de Israel e entrevistas com vítimas israelitas de rockets atirados a partir de Gaza.

Jornalistas atingidos em manifestações

Nos vários protestos que têm ocorrido contra o conflito um pouco por todo o mundo há a registar três casos de jornalistas feridos.

Em Qualqilia, na Margem Ocidental, o operador de câmara Khalil Riash, ao serviço da agência noticiosa palestiniana Ma’an, foi atingido a tiro na perna esquerda por tropas israelitas enquanto cobria um protesto pacífico.

Ao lado, na Jordânia, o correspondente da Al-Jazeera em Amã, Yasser Abou Hlaleh, teve a sua câmara e telemóvel confiscados e foi agredido pela polícia durante confrontos entre as autoridades e um grande grupo de manifestantes que foram impedidos de marchar até à embaixada de Israel, em protesto pela ofensiva contra Gaza.

Por fim, em Argel, durante uma manifestação pró-palestiniana, o repórter Hocine Ben Rabie sofreu ferimentos graves na cabeça, encontrando-se hospitalizado em estado crítico.
publicado por Marco Freitas às 17:16

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