Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

04
Nov 08
Pedro Berhan da Costa é o novo director do Gabinete para os Meios de Comunicação Social, segundo comunicado divulgado ontem pelo gabinete do ministro dos Assuntos Parlamentares.
A mudança na direcção decorre da nomeação da anterior directora, Teresa Ribeiro, que tomou ontem posse como secretária de Estado dos Assuntos Europeus.O novo director do Gabinete para os Meios de Comunicação Social foi membro da direcção dos institutos públicos na área do Cinema e Audiovisual (1995 e 2002), tendo presidido ao Instituto do Cinema, Audiovisual e Multimédia, entre 1999 e 2002. Actualmente, era assessor jurídico principal do Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas.

Fonte: M&P
publicado por Marco Freitas às 15:31

03
Nov 08
O Sindicato dos Jornalistas (SJ) vai assinalar, a 5 de Novembro, o Dia Europeu dos Direitos dos Jornalistas, com um debate público sobre as questões que se colocam aos profissionais dos média e à liberdade de informação. A iniciativa conta com a presença do Professor Doutor José Rebelo (ISCTE), que fará a apresentação do perfil sociológico dos jornalistas portugueses.

O debate, a realizar na sede do SJ, em Lisboa, às 21 horas, insere-se no âmbito da campanha lançada em 2007 pela Federação Europeia de Jornalistas (FEJ) sob o lema “Stand up for Journalism” (Levantem-se pelo Jornalismo), que mobiliza milhares de jornalistas em toda a Europa.

Fonte: site SJ
publicado por Marco Freitas às 17:54

«Quero Voar», livro digital escrito por Ricardo Silva, é o mais recente ebook português lançado na Internet, e é o primeiro a ser distribuído através da rede mundial «Bookcrossing», de intercâmbio de livros.
Trata-se de um relato real, relatado em tom humorístico, sobre uma experiência radical: um salto de pára-quedas.

O conto autobiográfico está disponível gratuitamente na página www.querovoar.pt desde o início de Outubro, tendo sido editada, no final desse mês, uma edição impressa para assinalar o lançamento na rede Bookcrossing.

A rede Bookcrossing, presente na página www.bookcrossing.com, promoveu até agora o intercâmbio gratuito de mais de cinco milhões de livros.

Fonte: DD
publicado por Marco Freitas às 17:02

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A Lusa vai lançar duas novas linhas de negócio: a Lusa Áudio e a Lusa Vídeo.Tal como o M&P tinha avançado em Julho, a agência vai começar a disponibilizar, a partir de hoje, os seus conteúdos em áudio e vídeo. “O arranque dos serviços multimédia é na segunda-feira [hoje] em período experimental”, explicou Paulo-Rêgo, director-adjunto da Lusa. Este projecto, segundo o responsável, começou há cerca de três meses com a formação dada a todos os jornalistas para que estejam habilitados a trabalhar em várias plataformas. “O objectivo é ter até ao final do ano 45 câmaras e gravadores digitais” e “ter cerca de 30 sons e 15 a 20 vídeos por dia”, prossegue. Os equipamentos vão estar em todos os distritos do país, países de expressão portuguesa e algumas das mais importantes cidades do Mundo, como Paris, Londres e Nova Iorque. Nas próximas duas semanas, os clientas da Agência Lusa vão receber passwords para ver o serviço gratuitamente mas, no entanto, esta palavra-passe não vai permitir o download dos conteúdos, uma possíbilidade só disponível em Janeiro. Apesar disso, os clientes que quiserem assinar já o serviço poderão utilizar os novos formatos ainda nos meses de Novembro e Dezembro. Paulo Rêgo adiantou também que a Lusa fechou uma parceria de agência noticiosa espanhola EFE de forma a “dar um pouco mais de mundo à Lusa”. A parceria resulta numa troca de conteúdos, que cada agência pode usar e reeditar quando achar relevante. O foco desta aposta é a Internet mas, segundo o director-adjunto, as equipas estão preparadas para produzir conteúdos em alta definição “o que permite a um canal de televisão ver o filme e entrar em contacto connosco, pois podemos disponibilizar o conteúdo num formato de maior qualidade”. Em termos de investimento, o responsável preferiu não adiantar números totais, mas afirma que “o equipamento não é o mais caro do projecto. O significante foram as transformações realizadas dentro das próprias redacções”.

Fonte: M&P
publicado por Marco Freitas às 16:45

A paróquia de S. Martinho de Sande, em Guimarães, equipou a igreja para poder transmitir a missa pela Internet, revelou à Lusa o pároco local.

«É um processo informático simples que foi adaptado às necessidades da igreja», explicou o padre Abel Arantes de Faria, salientando que a primeira emissão vai ter lugar no próximo domingo no site da paróquia, seguindo-se depois transmissões regulares das eucaristias dominicais.

«Não conheço nenhuma situação idêntica a esta, em que a missa de domingo possa ser vista em qualquer parte do mundo», salientou o sacerdote.

A igreja de S. Martinho de Sande sofreu obras de restauro durante dois anos e foi colocado um sistema de videogilância, através de seis câmaras, que pode ser visto online por cinco elementos do Conselho Económico da paróquia.

«Agora a igreja estará sempre aberta já que haverá sempre alguém a ver o que se passa no interior do templo», explicou Abel Faria.

«A ideia de transmitir a missa e as cerimónias religiosas pela Internet nasceu para aproveitar o investimento que tínhamos feito nas câmaras de vigilância», disse a mesma fonte

A juntar às seis câmaras já instaladas, foi colocada na igreja uma nova máquina, capaz de filmar todo o espaço. As imagens captadas, vão estar disponíveis em www.mogulus.com, no espaço TVSande.

Com cinco mil habitantes e cerca de 1.500 participantes regulares nas cerimónias religiosas, a freguesia tem grande parte da população a residir no estrangeiro e esse é também o público-alvo destas emissões.

«As pessoas deixaram a freguesia porque procuram uma vida melhor em outras terras mas, quando regressam para passar férias, assistem à missa», salientou o padre Abel Arantes de Faria.

No entanto, será mais a pensar nos «emigrantes, nos idosos e nos doentes», a missa das 11:00, ao domingo, pode ser seguida via Internet, através da TVSande.

Também no edifício da igreja foram introduzidas diversas alterações. Atrás do altar-mor foi colocado um projector multimédia que fará projecções numa tela colocada no meio do templo.

E o próprio altar dispõe de um painel electrónico que muda as imagens religiosas expostas. Com um custo total de 350 mil euros, as obras de restauro do edifício, construída há duzentos anos, incidiram apenas no interior do templo.

«A população está ansiosa para poder ver o resultado do investimento e para poder assistir à missa através da Internet», salientou o sacerdote.

Fonte: DD
publicado por Marco Freitas às 16:34

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Foi publicada em Diário da República a Portaria 1239/2008, de 31 de Outubro, que procede à abertura do concurso público para o licenciamento de um serviço de programas de âmbito nacional, generalista, e acesso não condicionado livre e aprova o respectivo Regulamento.

Fonte: ERC
publicado por Marco Freitas às 10:14

Os espectadores nortenhos revelam maior índice de satisfação face à programação televisiva em horário nobre. Braga, Aveiro e Bragança são os distritos que melhor consubstanciam esta realidade, demonstrada a partir de uma sondagem nacional.

Também as regiões autónomas da Madeira e dos Açores registam um grau de contentamento acentuado. A seguir, surgem o Porto, Viana do Castelo e Viseu. Antagonicamente, em Leiria, Coimbra, Beja e Faro verifica-se a insatisfação mais flagrante (ver mapa). Segundo José Rebelo, coordenador do "Estudo de Recepção dos Meios de Comunicação Social", encetado pelo o Instituto Superior das Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), em parceria com a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), "há múltiplas razões justificativas".

Mas a região Norte e os arquipélagos parecem apenas ser sintomáticos de uma tendência generalizada. Afinal, as pessoas mostram satisfação relativamente aos programas, contrariamente ao que se presume ser uma opinião pública - quase homógenea - depreciativa face aos conteúdos veiculados no pequeno ecrã.

"Não fiquei surpreendido", disse Rebelo. "Existe a rotina da televisão e não quiseram entrar em contradição com as suas práticas". Por outro lado, "há uma parte que responde como julga conveniente o que nem sempre está associado ao que pensa", frisou. Tem ainda de se ter em conta a diferença entre o conceito de satisfação, que é algo activo e denota envolvimento, com o de aceitação, sinal de passividade. "São pressupostos distintos que o estudo não tem condições para interpretar".

Rebelo explicou que as entrevistas foram realizadas de forma pessoal e directa, pelo que a amostragem, traduzida em 2205 inquéritos, é mais reduzida , do que se os contactos tivessem sido feitos via telefone. Porém, este método intensivo e aprofundado traz uma vantagem: "A mobilização e atenção do inquirido é muito superior", sendo que, por outro lado, "evita uma distorção". No entanto, "ao desagregar os resultados por distrito é preciso relativizar as percentagens", salvaguardou.

Posto isto, importa, pois, ter consideração que "as respostas são parciais" e esgotam-se "num volume pequeno", o que não nos permite retirar ilacções "muito sólidas e apoiadas", alertou. Não obstante, "nas ilhas grande parte da população, para ter acesso à SIC e à TVI precisa recorrer ao cabo", logo, proporcionalmente ao Continente, recebem mais canais, o que poderá legitimar o aprazimento constatado.

Outro dado curioso é que perante a pergunta aberta "o que seria preciso para melhorar a televisão?", em terceiro lugar, com 19,3%, surge "reduzir/acabar com as telenovelas" (ver gráfico). Ora, numa primeira leitura, não deixa de ser estranho, quando este tipo de produtos é aquele que consegue captar audiências mais significativas. Aparentemente, é paradoxal. Acontece que só respondeu quem, à priori, manifestou desagrado com as grelhas televisivas.

"A maior parte das sugestões vem contra-corrente, sobretudo dos sectores críticos minoritários, que contrariam o que é a tendência", elucidou José Rebelo. Quanto a um eventual perfil deste grupo, o responsável indicou que "os inquiridos mais jovens revelam algum nível de insatisfação", mas são desinteressados e mobilizam-se pouco. "Estão-se nas tintas", sintetizou. Por sua vez, pessoas mais velhas, entre os 30 e os 50 anos de idade, com formação superior, constituem a fatia que mais reservas efectivas apresenta.

Fonte: JN
publicado por Marco Freitas às 10:08

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Mark Deuze - um dos oradores no I Congresso Internacional de Ciberjornalismo - fez um post no seu blog sobre a crescente degradação da relação entre os jornalistas e os seus empregadores. Partindo de um texto de Jay Rosen (“The People Formerly Known as the Audience”) - que analisava “uma nova ou modificada relação de poder entre as notícias e os seus produtores, entre jornalistas amadores e profissionais” e que concluia que “algum do tradicional e normalmente incontestável poder dos jornalistas passa agora para os públicos” -, Mark Deuze escreve “The People Formerly Known as the Employers”.

Deuze sublinha que existe outro tipo de mudança no presente “ecossistema de media”: o facto de o “poder económico e cultural” estar a sair da mão dos jornalistas para a mão dos empregadores, que se distanciam de se responsabilizar pelos jornalistas, fazendo-os sentir apenas como “bens que custam dinheiro”. O autor debruça-se sobre o sentimento de subvalorização por parte dos jornalistas e pela precaridade da profissão - um em cada três jornalistas foram despedidos nos EUA, segundo um inquérito mencionado pelo autor.

“O que está a acontecer no contexto da ecologia dos novos media de hoje (…) é que o poder está a transferir-se, devagar mas firmemente, daqueles em quem confiamos para o nosso entretenimento (…), a nossa publicidade (…), e - talvez o mais perturbante - as nossas notícias”, pode ler-se no post.
publicado por Marco Freitas às 10:01

Imprensa. Enquanto a TV pode beneficiar com a crise, porque muita gente corta despesas (jantar fora ou o jornal que está mais caro) para ficar em casa, já a imprensa a sente. Está a perder leitores e a ter prejuízos, logo vai despedir pessoas. Mas há os que vêem na Net uma nova via para a sobrevivência

Imprensa é a que mais vai sofrer, enquanto a TV pode beneficiar

Enquanto uns se defendem da crise despedindo pessoas para cortar custos e compensar os prejuízos - caso dos americanos USA Today e Los Angeles Times -, outros optam por mudar do papel para a Internet, para ganhar mais leitores e, consequentemente, mais receita por via da publicidade, que está a crescer neste meio. É o caso do diário norte-americano The Christian Science Monitor (CSM), que, perto de completar o seu centenário (25 Novembro), anuncia que deixará "provavelmente" de ser editado em papel, a partir de Abril de 2009. A alternativa é uma edição diária online e outra ao fim-de-semana, em papel, com reportagens mais aprofundadas.

A decisão do primeiro jornal de circulação nacional e um dos pioneiros nas edições electrónicas na Internet em apostar no online diário em detrimento do papel deve-se a quase 40 anos de declínio nas vendas. Actualmente, a tiragem é de 52 mil exemplares, quando nos anos 70 ultrapassou os 220 mil.

O objectivo é potenciar o uso da Internet para um "jornalismo mais rápido", melhorar a relevância do jornal, "aumentar lucros e diminuir custos", explicou Judy Wolff, responsável da The Christian Science Publishing Society. Já o director da publicação, John Yemma, reforça que não se trata de um site apenas para remeter o leitor para as notícias já publicadas no papel, ao mesmo tempo que reconhece o potencial interesse dos jovens leitores pelo online.

Sedeado em Boston e vencedor de sete prémios Pulitzer, o CSM é editado de segunda a sexta-feira. Com as alterações, pretende manter as oito delegações internacionais (e as nove nos EUA), mas haverá cortes "modestos" na equipa de 95 jornalistas e 30 administrativos. E acredita que só perderá 15% dos seus leitores.

Mais pessimista é a visão do USA Today e do Los Angeles Times. O primeiro anunciou que vai cortar 10% do número dos seus funcionários, ou seja, cerca de mil, para fazer face à quebra de 33% nas sua receitas, no terceiro trimestre. Enquanto o Los Angeles Times anunciou a saída de 75 pessoas na área editorial, mas 200 no total da publicação.

A mesma sina deverá ter o grupo Washington Post (detém jornal com o mesmo nome e a Newsweek), que anunciou a quebra de 86% nas suas receitas, no terceiro trimestre, para 10,3 milhões de euros, face ao mesmo período de 2007, em que registou 72,5 milhões de euros. Menos vendas em banca e de anúncios ditou este resultado.

"Temos o luxo - a oportunidade - de dar o salto que a maioria dos jornais terá de fazer nos próximos cinco anos", assegura o director do The Christian Science Monitor. Apesar do apoio financeiro da Igreja da Ciência Cristã (Church of Christ, Scientist), que, este ano, deve chegar aos 9,5 milhões de euros, o CSM espera um prejuízo de 14,8 milhões de euros até ao final do ano fiscal em Abril. Mas não só: o CSM obtém 7 milhões de euros em assinaturas e apenas 783 mil euros em publicidade, com o online a contabilizar 1,3 milhões para apenas três milhões de páginas visualizadas por mês por 1,5 milhões de acessos individuais.

Para 2013, quando espera equilibrar receitas e despesas, as perdas devem chegar aos 8,3 milhões de euros e o apoio da Igreja de apenas 2,9 milhões de euros. "Todos falam de novos modelos" para o jornalismo, acentua Yemma. "Este é um novo modelo", conclui.

Esta é a ideia defendida por vários analistas, nomeadamente Dan Gilmor, do Centro Knight para os meios digitais, da Universidade de Arizona, EUA, que diz que o CSM não será o único. "Será uma transição lenta mas em larga escala, a maior parte do que hoje lemos em letra impressa estará online", além de que "aparecerão novos formatos que tornarão mais simples a leitura dos documentos electrónicos", conclui.

Fonte: DN
publicado por Marco Freitas às 09:38

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