Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

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Nov 08
<img alt="3487CA7DHE1UCAS7EF2XCA1HVIWCCAJEY7R3CAP8X1ZFCA0UH8W4CA0P18YNCALR3QN8CADXLL23CA186OFJCA8YEIDKCA1CO0NZCA75CVPFCARQV0MCCAHK8Z0BCAPVEW73CA8A38L0CAPSZRJJ.jpg" src="http://astriscocomunicar.blogs.sapo.pt/arquivo/3487CA7DHE1UCAS7EF2XCA1HVIWCCAJEY7R3CAP8X1ZFCA0UH8W4CA0P18YNCALR3QN8CADXLL23CA186OFJCA8YEIDKCA1CO0NZCA75CVPFCARQV0MCCAHK8Z0BCAPVEW73CA8A38L0CAPSZRJJ.jpg" width="124" A revista BiT estreou um canal no Youtube onde vai divulgar vídeos com previews de testes a novos produtos, tutorais elaborados por elementos da redacção, testar mitos que envolvam tecnologias e divulgar alguns vídeos de passatempos publicados na revista. O título de informática espera uma adesão dos leitores e curiosos ao canal, tal como aconteceu com o site, que, actualmente, conta com cerca de 50 mil visitantes.
publicado por Marco Freitas às 17:29

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O Financial Times e o The Times são os mais recentes jornais a aderir ao Kindle, um dispositivo portátil da Amazon, que permite adquirir uma lista de jornais, revistas, blogs e livros em formato de e-paper.

Segundo avança hoje o Jornal de Negócios, os dois títulos estarão acessíveis através de assinaturas mensais de 9,99 e 14,99 dólares americanos.

É de realçar que o Kindle, de origem americana, não está ainda acessível no mercado britânico.

As duas publicações juntam-se, assim, entre outras, aos jornais americanos The New York Times, Wall Street Journal, e Washington Post, e aos estrangeiros Le Monde, Frankfurter Allgemeine, e The Irish Times.

Lançado em Novembro de 2007, o Kindle pesa aproximadamente 292 g e oferece vantagens como a possibilidade de fazer anotações, pesquisas e recorrer a um dicionário.
publicado por Marco Freitas às 17:25

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As equipas dos jornais britânicos “Independent” e “Independent on Sunday” vão sofrer um corte de 90 postos de trabalho, a maioria dos quais na parte editorial, anunciou a empresa na manhã de 18 de Novembro.

Classificando o anúncio como “um grande choque”, o Sindicato Nacional de Jornalistas britânico (NUJ) marcou uma reunião com a empresa para dia 20, frisando que esta notícia não facilita eventuais negociações sobre uma reestruturação dos títulos, dadas as incertezas que levanta sobre o seu futuro.

“Precisamos de ter garantias claras de que não haverá despedimentos compulsivos. Também vamos analisar os planos da administração para assegurar a saúde e segurança da equipa que permanecer no jornal.

Se já hoje há queixas sobre o excesso de trabalho, tentar produzir jornais de qualidade com três quartos do staff aumentará o stress relacionado com o trabalho”, afirmou o sindicato, frisando que irá relembrar à empresa as suas responsabilidades na protecção dos trabalhadores
publicado por Marco Freitas às 17:19

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O Semanário Económico chega amanhã às bancas pela última vez no formato a que os leitores se habituaram nos últimos vinte anos, passando agora a ser publicado aos sábados, disse hoje à Lusa do director da publicação.

«É uma refundação que tenta valorizar a marca mais antiga dos jornais de economia em Portugal», que agora passa a ser impresso em papel cor de salmão, adiantou António Costa.

O «novo» Semanário Económico «deixa de ser um instrumento de trabalho puro», mas os leitores da publicação não vão ficar «órfãos de informação à sexta-feira», uma vez que contarão com o Diário Económico, acrescentou o director do jornal.

«Muito do que o Semanário faz à sexta-feira passará a ser feito no Diário, que ganha assim uma série de secções e produtos», explicou.

Após a reformulação, o Semanário «não será apenas um diário de economia ao sábado».

«Vai ser um jornal coerente com o Diário Económico, terá notícias de sexta-feira mas será um jornal muito virado para a análise e reflexão, sobre o que foi actualidade da semana que passou e o que será a semana seguinte», referiu António Costa.

A publicação dará «uma visão económica do país e do mundo», tornando-se um «jornal de economia com cadernos generalistas», que «não vai concorrer com os semanários Expresso e Sol».

«Vamos ocupar um espaço no mercado que não está ocupado», afirmou.

O jornal terá dois cadernos, um principal, «muito próximo do Diário Económico», e o 'Outlook', «de economia e mundo, muito virado para as tendências e com um 'best of' de cultura e lazer».

O suplemento Fora de Série passa a ser distribuído também aos sábados com o Semanário Económico, mas agora quinzenalmente.

Actualmente o Semanário Económico vende cerca de nove mil exemplares, sendo que cinco mil são vendidos em banca e quatro mil por assinatura.

No final de Setembro os jornalistas do Semanário Económico passaram para o mesmo espaço físico do Diário, com uma direcção e estrutura de edição únicas, que foi definido por António Costa como «o primeiro passo para pôr fim à concorrência entre os dois títulos».

António Costa assumiu as funções de director dos títulos da Económica em Agosto deste ano.
publicado por Marco Freitas às 16:19

Ooh Lá Lá! é a revista que vai ser lançada pela nova editora Papel Pintado, já amanhã. André Neves e João Neves são os sócios da editora da nova publicação feminina/sociedade, direccionada a um público entre os 20 e os 30 anos.

O título vai ter periodicidade semanal (sai aos sábados) e será dirigido por Luís Martins, antigo director do Destak e da TV Guia.

Saúde, beleza e moda são alguns dos temas da revista, bem como o paparazzi. A imagem é o ponto forte da revista, que vai contar com um grupo de fotógrafos free-lancers, na fase inicial e, posteriormente, fotógrafos próprios.

Ana Prista (anteriormente na Nova Gente Decoração) é a chefe de redacção e Fátima Rodrigues Pereira (anteriormente na TV 7 Dias) a editora. A redacção será constituída por 15 profissionais, entre jornalistas e paginadores. André Neves assumirá, temporariamente, a direcção comercial.

Com uma média de 68 páginas, a Ooh Lá Lá! terá uma primeira tiragem de 130 mil exemplares, sendo ajustada em edições futuras, conforme a receptividade do público e terá um preço de capa de 1 euro.
publicado por Marco Freitas às 15:59

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