Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

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Nov 08
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Representantes de vários operadores debateram o futuro do audiovisual


"A TVI parece um único programa de manhã até à noite", disse ontem Nuno Artur Silva, director das Produções Fictícias, no Congresso das Comunicações, na conferência com o tema "A nova televisão: faça você mesmo".

O responsável explicou melhor a sua ideia ao DN. "O modelo de sucesso da TVI é pensado para um público que só vê televisão", ou seja para pessoas mais idosas ou donas de casa, aquelas "que, na sua esmagadora maioria não se dispersam na Internet à procura de novos programas". "Numa altura em que as coisas mudam tecnologicamente eles ficaram com o público tradicional", acrescentou.

Do lado da TVI, José Louro, do Grupo Media Capital (que detém a estação) respondeu: "Temos vários programas líderes em várias temáticas, dizer que é um programa único é exagerado."

Já Nuno Bernando, responsável pela produtora BeActive, falou sobre a dicotomia televisão/Internet. "Há uma nova geração de consumidores de séries porque as tem no computador."

O responsável defendeu que "a lógica de modelo territorial não faz sentido porque o consumidor quer ver ao mesmo tempo o que o colega americano, que conheceu no Hi5, vê nos EUA".

Nuno Artur Silva deixou uma questão no ar: "qual é o valor da televisão do futuro e em que as operadoras se vão distinguir?". Os representantes da Zon, André Almeida, da Meo, Vera Pereira e da Clix Smart, Susana Barbato falaram em questões de qualidade, de experiência pessoal do consumidor e de velocidade oferecida, mas Nuno Artur Silva responde a si mesmo: "aquilo que será a distinção é a capacidade de gerar conteúdo diferenciado".

O director reconhece que TVI já iniciou este processo com a produção nacional, mas... "as novelas são indiferenciadas, a única coisa que muda é a cor do sofá".

Fonte: DN
publicado por Marco Freitas às 17:43

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Dos 1749 jornalistas inscritos no Instituto de Emprego e Formação Profissional durante o ano passado, apenas 55 foram colocados. O ano de 2006 registou valores semelhantes, com 49 jornalistas a serem colocados entre um total de 2040 inscritos.

O desemprego sobre entre os profissionais da comunicação. Actualmente, o número de inscritos no IEFP é mais elevado que o número de recém-licenciados que se forma a cada ano nesta área, que ronda os 1200.

O IEFP regista, assim, todos os anos, não só a transição dos jornalistas já inscritos, como também a inscrição de um elevado número de recém-licenciados.

Existem, presentemente, 15 cursos superiores no país que apostam na formação de jornalistas. As médias de acesso de 2008 foram desde os 10,68 aos 16,85.

Fonte: LK Comunicação
publicado por Marco Freitas às 17:32

O «Jornal do Diabético», a primeira publicação em Portugal realizada «por diabéticos para diabéticos», que conta com a supervisão do Serviço de Endocrinologia e é apadrinhada pela Administração do Hospital de S. João, Porto, é lançado sexta-feira para assinalar o Dia Mundial da Diabetes.

Segundo José Luís Medina, director do Serviço de Endocrinologia do S. João, «numa doença crónica como a diabetes é primordial a educação terapêutica transmitida pelos próprios doentes»

«Por isso, criámos um suplemento útil na forma de jornal, com o contributo deles, que se preocupa em desmistificar mitos sobre a doença, e dar orientações práticas que podem ser comuns a todos os diabéticos», sustentou.

A diabetes afecta actualmente mais de 500 mil portugueses, sendo que a prevalência em crianças é crescente, assim como em idosos e mulheres na menopausa.

Fonte: DD
publicado por Marco Freitas às 17:27

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A Sojormedia, holding de comunicação social do grupo Lena, sediada em Leiria, está a recrutar candidatos a jornalistas para um novo projecto que inclui um jornal diário de expansão nacional, através de candidaturas realizadas exclusivamente pela Internet.

O recrutamento, sustentado na página www.queroserjornalista.com, decorre em quatro fases, até ao início de Dezembro e destina-se a estudantes e licenciados de várias áreas, com menos de 26 anos.

«Pretende seleccionar 25 candidatos a jornalistas, dos quais 10 a 15 deverão integrar a redacção. O número final pode variar», disse Francisco Santos, administrador do grupo Sojormedia. Acrescentou que o processo de selecção vai incluir desafios multimédia aos candidatos «que só serão revelados à medida que o recrutamento avança».

«Ainda não podemos desvendar o que vamos pedir aos candidatos, mas acreditamos que o jornalismo é feito de texto, som e imagens. O desafio passará por aí», afirmou.

Segundo o responsável da empresa de comunicação social ao optar pelo recrutamento online, a Sojormedia pretende por um lado, chegar ao maior número de candidatos e de áreas de formação, dado o endereço da página «permitir uma divulgação mais fácil e mais rápida, potenciando a divulgação do projecto através de redes sociais e da Internet».

Por outro lado, os promotores pretenderam «desburocratizar» o processo de candidatura, «dispensar as pilhas de papéis» e adequar os currículos às necessidades do projecto.

«Os campos que estão presentes no formulário são os que vamos valorizar na análise dos currículos. Isso aumenta a transparência e garante que todos os candidatos serão analisados segundo os mesmos parâmetros», argumentou Francisco Santos.

A página Internet, adiantou, possui informação sobre o concurso «em tempo real»: «Isto nunca seria possível num processo convencional», frisou.

A primeira fase de candidatura teve início a 08 de Novembro e decorre até dia 16 e a Sojormedia, embora não avance números, tem recebido candidaturas a um ritmo «elevado» nos primeiros dias.

A empresa pretende contratar jornalistas oriundos de várias áreas de estudos - Matemática, Ciências Humanas, Biologia, Gestão, História ou Comunicação Social - licenciados ou com frequência universitária, com carta de condução e disponibilidade total, mas afirma que ainda não possui dados estatísticos sobre a formação académica dos candidatos que já se inscreveram.

Na quarta fase de selecção, a Sojormedia vai escolher os 25 candidatos que integrarão um seminário de formação «com convidados e oradores de várias áreas». Desse grupo de 25, sairão os 10 a 15 jornalistas do novo jornal diário, previsto para estar nas bancas em 2009, em data ainda não determinada e sediado na Grande Lisboa.

A Sojormedia é o maior grupo nacional de comunicação social regional, englobando sete publicações - um diário e seis semanários regionais - nos Distritos de Aveiro (O Aveiro e Jornal da Bairrada), Coimbra (Diário As Beiras), de Leiria (Região de Leiria e O Eco), Santarém (O Ribatejo) e Viseu (Jornal do Centro). A holding para a comunicação social do grupo Lena integra ainda a Rádio Antena Livre (Abrantes), é accionista de uma gráfica e possui uma central de venda de publicidade na imprensa regional e uma editora de livros.

Fonte: DD
publicado por Marco Freitas às 16:35

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O futuro das rádios está em cima da mesa a partir desta sexta-feira no Congresso Nacional de Radiodifusão que decorre em Vila Real, onde serão debatidos temas como a digitalização e a regulação.

«Escolhemos para debater neste congresso assuntos que têm que ver com o futuro das rádios e em que as rádios têm que pensar bem para ver como dar continuidade a algumas e enfrentar de novo outras», disse à Lusa José Faustino, director da Associação Portuguesa de Radiodifusão (APR).

«A Regulação da Rádio na Era Digital« - »muito importante no presente e no futuro« - é um dos temas em debate.

O assunto ganha maior importância tendo em conta que »o mundo é uma aldeia global onde a informação circula com grande rapidez e onde já se fala do cidadão jornalista«.

«Há total liberdade de informação na Internet, sem qualquer regulação, e uma regulação excessiva imposta aos meios tradicionais. Queremos tentar perceber se a regulação não colocará os meios tradicionais em desvantagem face aos novos meios», referiu José Faustino.

A «Rádio na Internet - Ilusão e Realidade» é outro dos temas que irá reunir vários especialistas em Vila Real.

«As emissões de rádios tradicionais na Internet e as 'webradios' são uma realidade. Agora interessa analisarmos se o conceito é o mesmo nas duas e se a aposta na Internet é um bom negócio«, mencionou o presidente da APR.

Com a chegada da televisão digital, a digitalização da rádio voltou a estar na agenda, e como tal será debatida durante o congresso.

«Em Portugal há uma rede de DAB (Digital Audio Broadcasting), concessionada à Rádio Difusão Portuguesa (RDP) que não tem aceitação do mercado. Tendo em conta que vem aí a TV digital, temos de pensar que papel caberá aos operadores na implementação desta nova tecnologia e se será isto uma ameaça ou uma oportunidade para as rádios», explicou José Faustino.

A tendência para a convergência dos meios de comunicação é outro tema em análise.

«É inegável a tendência tecnológica para a convergência. Há quem diga que as plataformas tecnológicas irão acompanhar esta tendência, mas há quem defenda o contrário. Pretendemos analisar se os novos meios e novos conteúdos devem convergir na mesma marca, com plataformas diferentes, ou se cada meio divergirá por si«, explicou.

José Faustino deu um exemplo: »uma rádio que tem um bom site, com boa informação escrita deve continuar a ter a marca da rádio ou deve ser um meio novo, completamente à parte?«.

Fora do congresso ficam temas como a nova lei da rádio e as quotas de música, »mas isso não significa que tenham perdido importância ou actualidade«.

Em simultâneo com o congresso, que termina domingo, decorre uma feira com mostras de equipamentos, tecnologias e serviços para radiodifusão.

Fonte: DD
publicado por Marco Freitas às 16:20

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