Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

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Nov 08
A Associação Portuguesa de Deficientes (APD) criou o Prémio Dignitas, destinado a premiar os melhores trabalhos publicados no ano anterior, em órgãos de comunicação portugueses, sobre a pessoa com deficiência e a promoção da sua dignidade.

Para esta primeira edição, os trabalhos devem ser enviados para a sede da APD até 15 de Janeiro de 2009. A apreciação das candidaturas estará a cargo de um júri, composto por Humberto Santos (presidente da APD), António Belo (presidente da Escola Superior de Comunicação Social), Ana Sofia Monteiro (Amnistia Internacional), Paulo Neves (professor do Instituto Superior de Psicologia Aplicada) e pelo escritor Mário de Carvalho.

Com periodicidade anual e cerimónia de entrega marcada sempre para 21 de Fevereiro, o Prémio Dignitas é patrocinado pela Merck Sharp & Dohme. O vencedor do certame receberá 5000 euros, cabendo ao segundo classificado 2500 euros e ao terceiro 1250 euros.

O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis na página da internet da APD.

Fonte: SJ
publicado por Marco Freitas às 18:20

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Um estudo levado a cabo na Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, concluiu que os programas de educação para os média ajudam os estudantes a ler criticamente as notícias, mas frequentemente deixam-nos ignorantes ou cínicos acerca do papel essencial que uma imprensa livre desempenha numa sociedade democrática.

“Todos os indivíduos numa sociedade ocidental dependem dos média para obter informação local e global. Temos de adoptar e adaptar essa informação para nos tornarmos cidadãos mediaticamente conscientes. Só então serão visíveis os verdadeiros benefícios da educação para os média”, sublinha Paul Mihailidis, director da Salzburg Academy on Media and Global Change e coordenador da investigação.

As conclusões do estudo foram apresentadas durante um seminário promovido pela Associação Mundial de Jornais (WAN), organização que tem ajudado a UNESCO a desenvolver um currículo que ensine aos estudantes a importância da liberdade de imprensa para uma cidadania activa.

Fonte: SJ
publicado por Marco Freitas às 18:14

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A primeira televisão portuguesa online dedicada a promover a mudança de comportamentos no consumo doméstico de energia foi hoje apresentada oficialmente.

«O objectivo principal da TV Energia é promover a mudança de comportamentos e a utilização racional da energia, que é um recurso finito», referiu Vasco Ferreira um dos coordenadores do projecto à margem da apresentação do canal, que decorreu hoje em Lisboa.

A «falta de informação» foi uma das razões que levou a equipa coordenada por Vasco Ferreira a criar um canal online onde serão exibidos três programas principais.

O «Inova Energia» é um magazine de informação que inclui rubricas como «estilo de vida eficiente», em que figuras públicas partilham práticas sustentáveis.

No «Cinema ao Ar Livre», a canal disponibiliza documentários e curtas-metragens sobre energia e alterações climáticas.

Já no «Eventos Energia» está garantida a cobertura de conferências e eventos sobre sustentabilidade energética.

O projecto é financiado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), através do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica (PPEC).

Ao abrigo do PPEC 2008,a TV Energia recebeu um financiamento 313 mil euros.

A TV Energia estará «no ar» até 31 de Dezembro de 2009, mas a ideia da equipa é «continuar o projecto» e para tal já estão a «estudar alternativas de financiamento».

O PPEC teve início em 2007, tendo nesse ano sido gastos 10 milhões de euros no programa, que geraram benefícios estimados em cerca de 52 milhões e uma poupança energética equivalente aos gastos de 195 mil famílias, de acordo com o presidente do conselho de Administração da ERSE, Vítor Santos, presente na apresentação.

Fonte: DD
publicado por Marco Freitas às 17:28

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O presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari, promulgou uma lei que pune com a morte crimes de ciberterrorismo, que ameacem a segurança nacional através do uso do computador ou qualquer outro dispositivo electrónico.

A norma, que define ciberterrorismo como o acesso a uma rede de computadores ou sistema electrónico por alguém que, em seguida, «promove ou tenta promover um acto terrorista», pode ser aplicada a paquistaneses ou estrangeiros que vivem no país ou no exterior.

Além disso, a legislação cita várias definições para «acto terrorista», incluindo roubo ou cópia, ou tentativa de roubo ou cópia, de informações confidenciais, necessárias para a produção de qualquer forma de arma química, biológica ou nuclear.

Fonte: DD
publicado por Marco Freitas às 12:34

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O grupo de trabalho criado na sequência dos encontros de freelance e precários organizados pelo Sindicato dos Jornalistas (SJ) decidiu prolongar até ao final do ano o inquérito que tem estado a decorrer sobre precariedade no Jornalismo.

A iniciativa, recorda-se, abrange todos os profissionais com vínculo precário – recibo verde, contrato a termo ou outro – e também aos correspondentes dos órgãos nacionais dispersos pelo país, e visa aprofundar o mais possível o conhecimento desta complexa realidade.

O questionário (anexo), de resposta fácil e protegido pela maior confidencialidade, deverá suportar um estudo da situação a publicar no Outono, pelo que as respostas podem ser acompanhadas de testemunhos das experiências pessoais vividas pelos jornalistas e por denúncias que queiram fazer. Também nestes casos, a confidencialidade da origem, se solicitada, será garantida.

Fonte: SJ
publicado por Marco Freitas às 12:03

Jornais.jpg

A Associação Europeia de Editores de Jornais (ENPA) manifestou a sua oposição às restrições de publicidade automóvel e de liberdade de expressão.
Na Declaração de Praga, documento que resultou do encontro anual da ENPA, o organismo, do qual é membro a APimprensa, considerou que “no que se refere às disposições para a publicidade automóvel, as regras existentes para a imprensa não deveriam ser intensificadas”, numa referência à proposta da Comissão Europeia de revisão da actual directiva de rotulagem que regulamenta as informações sobre anúncios publicitários a automóveis. “Mesmo que seja por uma boa causa, como as alterações climáticas, a ENPA acredita que as potenciais consequências da imposição de restrições sobre a publicidade automóvel no financiamento de uma imprensa livre não é proporcional aos objectivos globais de qualquer proposta”, considera a ENPA. Medidas que a concretizarem-se, defende a associação, irá fazer com que a imprensa sofra “injustamente por perder receitas publicitárias vitais e os cidadãos vão perder o acesso a uma infinidade de conteúdos editoriais ricos”.
O organismo manifestou ainda a sua preocupação “com a criação de quaisquer mecanismos que facilitem a fiscalização, filtragem e suspensão de acesso à internet sem uma decisão judicial”, tema objecto de discussão no âmbito da Revisão do Enquadramento das Telecomunicações, em Bruxelas. A ENPA incentivou ainda a Comissão Europeia, no âmbito do debate do Livro Verde sobre Direitos de Autor na Economia do Conhecimento, a “reconhecer a importância do investimento dos editores na produção e difusão de conteúdos digitais e em papel, para evitar novas excepções no quadro dos Direitos de Autor na EU e para lutar eficazmente contra actividades de terceiros que não respeitem a legislação europeia dos direitos de autor, que podem pôr em risco os seus investimentos”.

Fonte:M&P
publicado por Marco Freitas às 11:53

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