Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

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Out 08
O jornal norte-americano Christian Science Monitor anunciou hoje que vai retirar do mercado a edição em papel, a partir de Abril de 2009, «para se dedicar exclusivamente ao seu sítio na Internet».
Os responsáveis do diário indicaram que a medida é «consequência do declínio de vendas que o jornal tem sofrido» e «uma causa da crescente procura dos seus serviços electrónicos».

O diário apenas manterá uma edição em papel semanal e «meramente simbólica», uma vez que terá uma tiragem muito reduzida.

Actualmente, o Christian Science emprega jornalistas em 19 países, incluindo Rússia, China, França, Índia e Israel.

Fundado em 1908 com o objectivo de promover um «jornalismo em prol da humanidade», o Christian Science Monitor ganhou desde então sete Prémios Pulitzer, considerados a distinção mais importante do jornalismo.

Fonte :DD
publicado por Marco Freitas às 15:22

A administração do Canal de Língua Portuguesa (CLP TV) comunicou ontem a decisão de encerrar a actividade aos 27 trabalhadores da empresa, que vão ser todos despedidos no fim deste mês, avança a edição online do semanário Expresso.
"Só temos duas soluções: ou declarar falência ou manter a empresa, mas sem qualquer actividade nem empregados", foi assim que Joaquim Santos, presidente do Conselho de Administração (CA), apresentou a situação aos funcionários.

A empresa estará afogada em dívidas aos fornecedores de conteúdos e de meios de difusão, segundo avança o Expresso. A CLP TV já nem sequer pagava, desde há alguns meses, a renda de cerca de 100 mil euros mensais pelo aluguer de equipamento e das instalações em Paris, acrescenta o semanário.

A estação emitia desde 2 de Julho de 2007, mas já tinha suspendido as emissões - oficialmente por "razões técnicas e administrativas" - desde o dia 7 deste mês.

Fundada por 30 grandes empresários portugueses em França sem qualquer experiência no sector audiovisual, a empresa conheceu diversos problemas durante a curta existência, essencialmente devido a conflitos permanentes entre os accionistas. No total, os empresários terão investido no canal cerca de 8 milhões de euros.

Um empresário português da área da construção e imobiliário (António de Sousa) e outro (César Jerónimo ) dono de uma frota de mais de 200 táxis, na região de Paris, foram os dois accionistas que mais investiram no canal CLP TV.

Fonte: DD
publicado por Marco Freitas às 15:19

A Unicer e o Sporting Clube de Braga assinaram no Estádio Municipal de Braga um protocolo de patrocínio, válido até 2011, que garante à Soccerade, a denominação de Bebida Oficial do Sporting Clube de Braga.
Previsto neste patrocínio está a inserção de publicidade estática da marca no estádio e visibilidade nas principais iniciativas do clube como conferências de imprensa. A imagem de alguns jogadores do clube poderá ainda integrar algumas acções promocionais da marca.

Fonte: M&P
publicado por Marco Freitas às 10:21

Perdoe-se a verdade de La Palice, mas, se há crise generalizada, todos os sectores da economia são por ela tocados. Daí a dizer que se instalou profunda crise na Imprensa - não só portuguesa - vai alguma distância.

Para se falar em crise parte-se dos sinais. No caso dos jornais e revistas, por exemplo, quebras tremendas dos lucros do grupo Impresa, o interesse do grupo Cofina em alienar a participação que detém no semanário "Sol" ou, ainda, notícias mais ou menos vagas sobre despedimentos de jornalistas. Só que os sinais são, muitas vezes, desmontáveis. Estratégias circunstanciais (ver caixa) podem ser razões mais certeiras.

E a relação entre despedimentos e crise? "Estamos atentos aos sinais, mas não embarcamos em alarmismo", diz Alfredo Maia, presidente do Sindicato dos Jornalistas, notando que a Imprensa "é um sector muito vulnerável às crises económicas". "Justamente por isso - nota - é que as empresas e grupos económicos devem criar condições para manter a navegação segura, tanto em mar calmo como em mar encapelado". Porque "fala-se ciclicamente da crise, como que preparando as condições para justificar o lançamento, borda fora, de jornalistas e de outros trabalhadores".

Mas nem os empresários, ou quem os representa, falam em crise. João Palmeiro, presidente da Associação Portuguesa de Imprensa, nota que "os grandes grupos têm conseguido reequilibrar o seu espaço de investimento publicitário, com o lançamento de outros produtos, como os jornais gratuitos". "A associação está muito empenhada em que este momento, que é de grande preocupação, seja usado pelas empresas para pensarem que o mundo não é nem voltará a ser igual", acrescenta, para apontar suportes como a Internet como um rumo inevitável, mas salvaguardando que "não há falência do suporte papel; há é uma complementaridade do suporte digital, que até aqui era vista exclusivamente como uma complementaridade de informação, e que, neste momento, começa a ser já uma complementaridade de negócio".

Aliás, sublinha, "a Imprensa, mais do que a rádio ou a televisão, vive de vender notícias, que se baseiam na credibilidade dos seus títulos. Portanto, tudo o que um empresário fizer para defender essa credibilidade e essa transparência dos seus títulos é o mais importante que ele pode fazer". E, num quadro de concentração dos media, essa tarefa ganha outros contornos, como nota Alfredo Maia: "Insistimos no desafio de que confiram às sinergias de grupo uma dimensão social e não apenas financeira".

Fonte: JN
publicado por Marco Freitas às 10:18

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