Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

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Out 08
A Imprensa espanhola foi obrigada a reduzir os seus custos face à crise e a uma queda de cerca de 30% das receitas publicitárias, avançou um responsável do grupo Unidad Editorial.

António Fernadez-Galliano, director-geral do Unidad Editorial - que edita os diários espanhóis "El Mundo" e "Marca" - admitiu que esses cortes estão a ser aplicadas no grupo, sem adiantar mais pormenores, numa altura em que o mercado especializado tem divulgado numerosas reduções de empregos nos jornais espanhóis.

O Unidad Editorial, controlado pelo grupo italiano RCS (que detém o italiano "Corriere de la Sera" e já deteve os portugueses "Diário Económico" e "Semanário Económico"), publica títulos em Espanha como o generalista "El Mundo" (vendas de 330 exemplares por dia) e o desportivo "Marca" (cerca de 320 mil exemplares), além do económico "Expansion" (50 mil). De acordo com o responsável, a Imprensa diária local está a sofrer as consequências das crises financeira e imobiliária locais, devendo as suas receitas publicitárias cair globalmente mais de 10% este ano. Nos últimos dois meses, o investimento publicitário em Espanha recuou 30%. O sector deverá ser alvo de reestruturações, admitiu, escusando-se a comentar informações sobre uma possível fusão entre os grupos Planeta e Vocento. O director-geral do Unidad Editorial notou ainda que a Imprensa gratuita (distribui 4 milhões de exemplares) se desenvolveu fortemente desde 1998, apesar de não ter prejudicado os jornais pagos, cujas vendas se mantêm estáveis.

Fonte: JN
publicado por Marco Freitas às 09:33

Em 2007, Portugal era oitavo. No relatório do índice da Liberdade de Impresa tornado público, esta quarta-feira, pelos Repórteres sem Fronteiras encontra-se em 16º.

O presidente do Sindicato dos Jornalistas, Alfredo Maia, ressalva que não conhece os critérios considerados pelo organismo internacional, mas "espera que tenha pesado a entrada em vigor do Estatuto do Jornalista, que é lesivo da Liberdade da Imprensa, designadamente, no que respeita à utilização múltipla dos trabalhos dos jornalistas e suas criações". Esta análise considera 12 meses, contados até 1 de Setembro de 2008.

Islândia, Noruega e Luxemburgo lideram a lista dos países que apresentam melhores condições de trabalho para os jornalistas. Na cauda da tabela, estão territórios ainda subjugados a regimes ditatoriais como o Turquemenistão (171º), Coreia do Norte (172º) e, por último, a Eritreia (173ª).

À excepção de Moçambique, que desceu 17 lugares, mas melhorou em pontos, e Angola, que piorou nos dois níveis, caindo 25 números, estando em 116ª, o restante Mundo lusófono conseguiu subir no "ranking". Cabo Verde, em 36º, cresceu nove lugares, e Timor Leste (65º), ficou 29 posições acima do relatório de 2007. Guiné-Bissau saltou 26, estando em 81º, e o Brasil (82º)dois patamares.

A RSF explica que nem sempre a prosperidade dita a Liberdade de Imprensa. Depois do 11 de Setembro, e sob a desculpa da segurança, alguns países financeiramente mais fortes deixaram de a garantir como faziam. Por outro lado, países com economia mais fraca parecem estar mais abertos ao direito de se poder discordar dos governos.

Fonte: JN
publicado por Marco Freitas às 09:32

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