Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

06
Jan 11

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“Forte ausência de jornalismo de investigação” e presença exagerada de sensacionalismo/tablóides e infoentretenimento” são algumas das criticas apontadas pelos jornalistas portugueses num inquérito efectuado pelo OBERCOM sobre os “Desafios do Jornalismo”. O objectivo deste trabalho foi compreender a forma como o jornalista “olha para a sua profissão e para a envolvente”, pode-se ler no site do OBERCOM.

 

A existência de um “jornalismo homogeneizado” e com “pouca profundidade analítica e contextual” são dois aspectos apontados pelos inquiridos como dos mais negativos no jornalismo português.

 

De facto, 71,5% dos jornalistas afirma que as notícias estão cada vez mais cheias de erros e de imprecisões, 74,3% diz que é prestada pouca atenção a assuntos mais complexos e 79,3% assume que a concorrência e as audiências são mais importantes que a relevância jornalística dos acontecimentos.

 

Trata-se de um trabalho muito interessante apresentado pela equipa do OBERCOM que sugerimos como leitura e como análise ao sector, tanto para as pessoas ligadas directamente ao mundo da comunicação social como para aqueles que gostam simplesmente destas matérias.

 

Site OBERCOM

http://www.obercom.pt/content/693.np3#1

 

Estudo sobre “Desafios do Jornalismo”

http://www.obercom.pt/client/?newsId=428&fileName=desafios_do_jornalismo.pdf

publicado por Marco Freitas às 11:50

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