Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

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Set 10

Quando arrancou, em 2006, o Porto Canal focava-se no Porto. Quatro anos volvidos, a informação regional passou a ter maior  destaque, até porque abriram três delegações a Norte, estando previstas mais extensões.

 

"Ao longo destes anos fomos construindo um projecto muito sólido. Não temos uma carreira de fundo, não é de sprint, pois vamos fazendo as coisas de forma que, cada passo que seja dado, seja o mais seguro possível", começa  por sintetizar o director do Porto Canal, Juan Figueroa Boullosa.

 

Hoje, a estação de televisão regional completa quatro anos de existência e o balanço não podia ser mais positivo.

 

O que "começou por ser um projecto focado para o Porto, pequenino, passa agora por ser, cada vez mais, um projecto de toda a região Norte", assegura o responsável, acrescentando: "Este ano, cumprimos um objectivo importante que foi abrir delegações".

 

O Porto Canal tem agora três delegações a Norte, na zona do Alto Minho, em Trás-os-Montes e na região Sousa-Tâmega, "trazendo notícias dessas zonas do Interior, que são normalmente abandonadas pelos meios de comunicação social", frisa, acrescentando "temos feito mais de 600 reportagens nestes três territórios, o que mostra que faz sentido haver comunicação do que se faz".

 

O centro do canal continua a ser "o Grande Porto, mas o próximo passa pelas delegações cobrirem todo o território Norte, daí que seja possível, a breve prazo, abrirmos delegações no Douro, Alto Cávado e no Ave, para tentar fechar toda a região".

 

Informação em alta

 

O último ano significou ainda a entrada do Porto Canal "em todos os canais de distribuição por cabo e um maior investimento na informação e em meios técnicos".

 

Entre a aposta tecnológica da estação, "está uma mochila que não havia em Portugal e que permite fazer directos com toda a facilidade".

 

Inicialmente, o Porto Canal oferecia essencialmente programas de entretenimento. Isto porque "a informação é o género televisão mais caro que existe, porque requer mais meios técnicos como humanos".

 

Actualmente, a situação inverteu-se e a informação é já um das principais apostas da estação, daí também a existência de delegações.

 

Entre as novidades informativas, o destaque vai para o magazine "Sem Perder o Norte", um formato que, segundo Juan Figueroa, "pode ser aquele que melhor  reflecte" a ideia do que é realmente o Porto Canal.

 

 "Sentimentos que as pessoas estão um pouco desligadas da região Norte, falta uma identidade. Então, com este programa pretendemos dar a conhecer a região, a sua geografia, as pessoas que estão lá e ajudar a construir a identidade, sentindo orgulho em algo concreto", explica.

 

A nova temporada traz  também outras ambições e o futebol tem um lugar especial. "Já fizemos um acordo com o Boavista para cobrirmos os jogos do clube.

 

Serão transmissões que permitam aos amantes do futebol seguir um histórico da cidade do Porto e que tem muito valor em todo o país", avança o director, entusiasmado com o futuro.

 

Graficamente, o Porto Canal surgirá agora mais colorido, "para que as pessoas percebam que o canal prossegue com força, apostando no presente".

 

O site também foi reformulado, "com um reforço no espaço audiovisual e nas notícias do Norte".

publicado por paradiselost às 09:58
editado por Marco Freitas em 25/01/2013 às 16:15

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