Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

06
Jul 10

Já com 59 jornalistas mortos no exercício das suas funções desde o início do ano (em 2009 tinham sido 53), os media pagam um pesado tributo às guerras e aos conflitos internos, acusa a ONG Presse Emblème Campagne.

 

Os países mais perigosos para os jornalistas foram o México (nove mortos), Honduras (oito), Paquistão (seis), Nigéria (quatro) e Filipinas (quatro), segundo os dados recolhidos pela ONG, com sede em Genebra, que defende uma melhor protecção dos jornalistas nas zonas de conflito.

 

Mais três jornalistas foram mortos na Rússia, outros três na Colômbia e dois cada em quatro países: Iraque, Nepal, Tailândia e Venezuela.

 

Em cada um dos seguintes países foi morto um jornalista: Afeganistão, Angola, Bangladesh, Brasil, Bulgária , Camarões, Chipre, Equador, Israel, RD Congo, Ruanda, Turquia, Somália e Iémen.

publicado por paradiselost às 12:44
editado por Marco Freitas em 25/01/2013 às 16:26

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