Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

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Nov 09

A Antena 1 está a preparar-se para lançar “em breve” a webrádio Antena 1 - Vida, avançou ao M&P Jorge Alexandre Lopes, director adjunto de novas plataformas da RTP.

 

O canal, explica o responsável, é “uma declinação da Antena 1″ e resulta de uma “agregação de conteúdos de interesse para o cidadão”, tanto na área de saúde, como economia e vida privada, descreve.

 

A novidade do canal, explica ainda Jorge Alexandre Lopes, reside no facto de reunir no mesmo espaço conteúdos de diversos programas do universo RTP, tanto de rádio, como de televisão.

 

Programas da Sociedade Civil, Jogo da Língua, Causas Públicas, Saber Comer, entre outros, poderão assim ser encontrados no Antena 1 - Vida.

 

O canal é uma webrádio, correspondendo a um “alinhamento em directo do que está a acontecer”, mas no caso dos programas de televisão, está igualmente disponível o vídeo do formato em questão, bem como outros episódios.

 

“Chamar a atenção para os programas que o grupo RTP tem disponíveis nos chamados conteúdos de serviço público” é um dos objectivos do canal.

 

Antena 1 - Vida é uma das webrádios “estratégicas” que a área de rádio do grupo tem vindo a juntar ao seu portfólio, onde se encontra a rádio Lusitânia, estando previsto para o próximo ano o lançamento de “no mínimo seis canais novos”, além de uma série de novas webrádios ditas de ocasião, como a rádio Mundial, a comemorativa dos 200 anos de Chopin ou a rádio Schumann, exemplifica Jorge Alexandre Lopes.

 

“À semelhança da Antena 1 está previsto começarmos a fazer declinações da Antena 3 com uma especificidade maior”, revela o director adjunto de novas plataformas da RTP, preferindo não adiantar mais pormenores.

 

Entretanto, adianta ainda o responsável, a área rádio da RTP passou a distribuir o sinal via satélite, à semelhança de outras rádios nacionais privadas.

 

“Era a única grande rádio do país que não o fazia”, diz. Uma melhor qualidade de som e menores riscos em termos de distribuição do sinal foram os factores que pesaram na decisão.

publicado por paradiselost às 15:36

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