Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

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Out 09

Responsáveis de 170 empresas de comunicação de 70 países apelaram ontem, sexta-feira, à "cooperação global" e "intercâmbio tecnológico" para "enfrentar os desafios" da era digital e do multimédia.

 

A indústria global dos média está a atravessar profundas mudanças nas suas estruturas e modo de funcionamento.

 

Embora os desafios e as oportunidades coexistam, há mais oportunidades do que desafios", diz a declaração adoptada pela Cimeira Mundial dos Media, que terminou ontem, sexta-feira, em Pequim.  

 

Foi a primeira reunião do género, organizada pela agência noticiosa oficial chinesa Xinhua (Nova China) com o apoio de oito grandes empresas do sector, entre as quais a News Corporation, de Rupert Murdoch, a BBC, Reuters e Time Warner.  

 

A Cimeira, aberta na sexta-feira pelo Presidente chinês, reuniu 300 responsáveis de 170 empresas de 70 países, incluindo Angola, Brasil, Moçambique e Portugal.  

 

Segundo a Declaração final, a reunião criou "uma plataforma" para as instituições do sector "aumentarem a cooperação, partilharem informação, promoverem intercâmbio de pessoas e tecnologia, partilharem experiência e oportunidades".  

 

A cimeira exortou também os média a "proporcionarem uma cobertura correcta, objectiva, imparcial e justa dos acontecimentos mundiais" e a "promover a transparência dos governos e instituições públicas".  

 

Quanto ao confronto entre os órgãos de comunicação "tradicionais" (jornais, agências noticiosas e estações de rádio e televisão) e os média da Era da Internet, a declaração afirma que "todos desempenham um importante papel no desenvolvimento global do sector".  

 

A cimeira defendeu o "aprofundamento da cooperação" entre os dois, afirmando que os média tradicionais e os novos "podem complementar-se com novas ideias".  

 

"A adaptação às tendências de desenvolvimento em curso, o envolvimento dos consumidores e o encorajamento à participação, tirando pleno partido das tecnologias avançadas, ajudará a impulsionar a reforma e o progresso da indústria global dos média", afirma a Declaração.  

 

Portugal esteve representado pelo presidente da agência Lusa, Afonso Camões, que, à margem da Cimeira, se encontrou com o vice-presidente da Xinhua, Zhou Xisheng.  

 

De Angola e Moçambique vieram os presidentes das agências noticiosas dos dois países, Manuel da Conceição e Gustavo Mavie, respectivamente.

 

O Brasil esteve representado por Maria Cristina Frias Oliveira, administradora do Grupo Folha/UOL. 

 

publicado por paradiselost às 17:11

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