Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

26
Out 10

A UCV (lê-se "o que vê") abre as emissões oficiais a 21 de Novembro, Dia Mundial de Televisão. As emissões experimentais foram inauguradas no último fim-de-semana.


"As pessoas, quer interna quer externamente, não percebem tudo o que se passa na UC, que é muito vasto e diversificado, e mostra que temos uma Universidade muito mais viva do que imaginam. Esse aspecto noticioso queremos que a UCV consiga passar", explica ao JN o vice-reitor da UC responsável pelo projecto, Henrique Madeira.


A UCV vai contar com uma redacção fixa, composta sobretudo por estudantes de Jornalismo da Faculdade de Letras da UC, e uma bolsa de voluntários escalada posteriormente. "Muito do trabalho que vai ser feito nos ateliês práticos de jornalismo será também canalizado para divulgação", afirma a professora responsável pelo canal, Clara Almeida Santos.

 

Prossegue que a televisão tem duas particularidades: "por um lado é um projecto de comunicação com alguma força e algum corpo, e por outro é uma extensão do trabalho universitário".


O canal não vai ter uma programação fixa, mantendo um noticiário diário, para o qual já foram feitos "castings" para pivôs, e onde acederam estudantes de várias faculdades da instituição.

 

Clara Almeida Santos conta que "as principais dimensões da grelha assentam na divulgação do trabalho que se faz na UC, a nível de investigação, e por outro lado na documentação do património da própria Universidade, onde estamos à procura das coisas mais escondidas".

 

Como exemplo, recorda que a primeira edição d"Os Lusíadas se encontra na Biblioteca Joanina, "o que muitas pessoas não sabem".

publicado por paradiselost às 10:08
editado por Marco Freitas em 25/01/2013 às 15:53

18
Out 10

 

O Diário de Notícias da Madeira publicou uma notícia interessante sobre o impacto da assessoria de informação e de comunicação na Madeira. A conclusão que retira é que é uma actividade profissional pouco valorizada e que só há poucos anos é que começou a ter um maior destaque e maior procurar pelas entidades e empresas da Região.

 

A notícia não explora  - como é expectável - de uma forma profunda a importância que esta actividade pode ter nas organizações e também para a organização da agenda mediática.

 

Trabalho há mais de 10 anos neste sector - e por isso não me posso considerar um novato na matéria - e tenho assistido a uma evolução positiva. O que falta é alguma representatividade oficial dos profissionais, muito difícil de conseguir já que na sua maioria, na RAM, são ex-jornalistas que não abdicaram de o ser pois a única coisa que fizeram foi suspender a carteira profissional....

 

A pergunta ao trabalho interessante do DNM é quem é que não valoriza os assessores de comunicação?: as empresas ou organizações que os contratam? A comunidade em geral? Ou a comunicação social?

 

Há sem dúvida um trabalho importante a fazer para que esta actividade seja merecedora de respeito, por parte de todos... Um trabalho que, infelizmente, por enquanto fica ao critério individual de cada assessor... Para isso é também fundamental que as organizações a que pertencem criem todas as condições para a execução cabal do seu trabalho, que será diferente de organização para organização....

 

Acho que o Diário de Notícias da Madeira e outros meios de comunicação social podiam aprofundar esta matéria promovendo um debate no seio da Universidade da Madeira e no âmbito do curso relacionado com a área que é leccionado no seu âmbito.

 

Sugiro a leitura da notícia do Diário de Notícias da Madeira

 

 

 

 

 

 

publicado por Marco Freitas às 10:15

Acho piada aos nosso políticos - e a outros autores e actores deste países - quando entendem que os males da imprensa nacional se corrigem com mais e mais leis...

 

Trinta e seis anos depois do 25 de Abril, a revolução de todas as liberdades, ainda ouço os políticos de então e aqueles que lhes seguiram de perto falar em falta de transparência na comunicação social... Aquilo que não os vejo falar é sobre o rigor da informação ou sobre a forma como dotar os jornalistas de instrumentos fortes, quiçá legais, mas preferencialmente naturais e lógicos, para poderem fazer frente às investidas dos mesmo políticos que querem mudar constantemente a Lei de Imprensa....

 

Seremos um povo insatisfeito ou sem tino? Tenho pena que, também sobre esta matéria, a questão de fundo seja abafada por outras pequenas temáticas e discussões...

 

Sugiro a leitura da notícia da Meios&Publicidade

 

publicado por Marco Freitas às 09:53

08
Out 10

O País que temos!!!!

 

Acredito que há mais gente a pensar assim... Logo, porque não mudar... Porque não fazer cair este Governo e exigir um verdadeiro governo da nação?

 

 

Veja o vídeo

 

 

MPF

publicado por Marco Freitas às 09:50

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