Comunicar pode ser fácil... Se no tempo que a vida nos permite procurarmos transmitir o essencial, desvalorizar o acessório e contribuir, num segundo que seja, para que a mensagem se assuma como tal e não como um universo de segredos...

23
Jul 10

Esta coisa de se ser "opinion maker" tem muito que se lhe diga e não é um mar de rosas.... Não é, certamente, uma tarefa fácil preparar e escrever artigos de opinião, com responsabilidade, de formar a conseguir marcar posições e a influenciar a opinião pública. Em definitivo, não é uma missão para todos. Uns, tem um dom natural que associado às suas capacidades cognitivas e culturais geram verdadeiros fazedores de opinião. Outros, por mais que tentem, independentemente das suas capacidades, simplesmente não chegam lá... O meu voto é que continuem a tentar. Há, ainda, outros, que foram e são empurrados para essas funções e, talvez por isso, lá se mantêm mais tempo na agenda dos mass media, sem reconhecer com humildade as suas fraqueza e os seus erros.

 

Finalmente, há a classe daqueles que julgam poder mandar e influenciar a vida interna das organizações com as suas "indispensáveis" palavras escritas ou ditas. Alguns apoiados em espécie de cursos superiores, desde a comunicação, à economia e à gestão, como se o canudo lhe desse alguma autoridade superior nas matérias da nossa actualidade, seja elas quais forem. Trata-se de um juízo pouco cuidado já que acontece amíude não pescarem nada dos assuntos que abordam, na essência, porque não percebem nem têm informação q.b. para comentarem.

 

Botar palavra é fácil, fazê-lo com correcção, rigor e responsabilidade é outra coisa. O que acontece quando não é assim? Cria-se um poço sem fundo de incoerências, de contra-sensos e ambiguidades, não raras vezes à pala de um mito de independência intelectual e quase sempre com a noção de que as costas são protegidas pelos meios de comunicação social e pela fama alcançada no público.

 

Cada um é livre de se expressar como quer e como pode. Mas, a sua liberdade acaba quando começa a dos outros. Por outras palavras, muitas vezes esquecem ou ignoram o velho ditado de "cada macaco no seu galho".

 

MPF

*astrisco*

Qual a medida do espaço que os comentadores devem ter?
publicado por Marco Freitas às 16:38

06
Jul 10

Já com 59 jornalistas mortos no exercício das suas funções desde o início do ano (em 2009 tinham sido 53), os media pagam um pesado tributo às guerras e aos conflitos internos, acusa a ONG Presse Emblème Campagne.

 

Os países mais perigosos para os jornalistas foram o México (nove mortos), Honduras (oito), Paquistão (seis), Nigéria (quatro) e Filipinas (quatro), segundo os dados recolhidos pela ONG, com sede em Genebra, que defende uma melhor protecção dos jornalistas nas zonas de conflito.

 

Mais três jornalistas foram mortos na Rússia, outros três na Colômbia e dois cada em quatro países: Iraque, Nepal, Tailândia e Venezuela.

 

Em cada um dos seguintes países foi morto um jornalista: Afeganistão, Angola, Bangladesh, Brasil, Bulgária , Camarões, Chipre, Equador, Israel, RD Congo, Ruanda, Turquia, Somália e Iémen.

publicado por paradiselost às 12:44
editado por Marco Freitas em 25/01/2013 às 16:26

05
Jul 10

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, escolheu esta segunda-feira para presidente da France Télévisions (audiovisual público) Rémy Pflimlin, exercendo um controverso direito concedido por uma lei de Fevereiro de 2009.

 

O nome do escolhido foi anunciado pelo Palácio do Eliseu. Rémy Pflimlin, de 56 anos, actualmente presidente de um organismo de distribuição (Presstalis), sucederá a Patrick de Carolis que presidia desde 2005 à «holding» que agrupa os canais de televisão France 2 e France 3.

 

Anteriormente, os dirigentes do audiovisual eram nomeados pelo Conselho Superior do Audiovisual, autoridade reguladora do sector, cujas decisões devem ser independentes do poder político.

 

Apesar das críticas sobre os riscos da interferência política nos 'média', Nicolas Sarkozy tem defendido que o Estado deve exercer a sua responsabilidade de accionista nos canais públicos e fazer as respectivas nomeações.

 

Nicolas Sarkozy utilizou este direito pela primeira vez em Maio de 2009 quando nomeou o jornalista Jean-Luc Hees para chefiar a Radio France.

publicado por paradiselost às 22:40
editado por Marco Freitas em 25/01/2013 às 16:27

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